O que fazer quando a criança pede opinião para tudo?

Seu filho é inseguro? Ele pede sua opinião para tudo – da escolha das roupas às brincadeiras?

Sua preocupação é pertinente, já que a criança provavelmente sofre quando tem de se posicionar. “Isso, porém, não significa que os pais devem simplesmente escolher pelo filho para aliviar seu sofrimento. É preciso que ele desenvolva a capacidade de tornar-se autônomo. O papel deles é apoiar, tranquilizar e orientar. O primeiro passo para entender o que está por trás de um comportamento tão inseguro, é uma análise crítica dos próprios pais. Eles não toleram erros (deles mesmos ou da filho)? A escola é muito rígida e cobra alto desempenho? “As causas mais comuns para baixa autoestima nessa idade são comparações negativas com outras crianças, pais que não são afetuosos, bullying e supervalorização da aparência”. A seguir, atitudes simples a ser adotadas pelos pais que podem ajudar a criança a desenvolver autonomia.

  • Quando ele não conseguir escolher uma sobremesa, por exemplo, digam qual é a favorita de cada um e incentivem o pequeno a provar várias até descobrir a dele. É importante que ele saiba que as escolhas podem ser revistas e aprimoradas com o tempo.
  • Se ele está em dúvida entre duas roupas, experimentem fazer uma análise leve: “Essa é mais alegre, essa é mais séria. Como você está se sentindo hoje?” Digam que os dois são lindos e que ele pode escolher um em um dia e o outro no seguinte. Assim, a criança percebe que a escolha é dela, mas que os pais ficarão igualmente felizes, independentemente de qual ela usar.
  • “Que desenho faço agora?” Nesse caso, podem dizer que o mais importante é se divertir com a atividade. Tirar o peso da escolha de coisas simples do cotidiano aliviará a angústia.
  • Peçam a ajuda da criança para as questões do dia a dia na casa, alegando que vocês estão em dúvida. Que tal pedir a opinião dela sobre onde pendurar um quadro ou colocar o vaso novo?
  • Há decisões que podem ser tomadas apenas pelos adultos, como a hora de dormir e estudar. Elas não devem ser repassadas à criança, sob o risco de deixá-la mais insegura. O excesso de alternativas também deve ser evitado para que não se sinta confusa.

 

Fonte: http://zip.net/bhty0d

Adaptado por Profª Ana Paula C. Petroski

 

 

 

 

7 maneiras de se conectar com enteados: para padrastos e madrastas

Essa situação pode ser tanto assustadora como maravilhosa – para você e seu enteado

O estigma do padrasto ou da madrasta é forte, especialmente porque muitos de nós automaticamente pensamos em figuras maldosas e enteados diabólicos como apresentados nos filmes. Estereótipos à parte, a relação entre essas duas partes é crucial para a felicidade e segurança da família. De acordo com o Censo americano, 50% dos primeiros casamentos e 67% dos segundos não dão certo.

Um padrasto ou madrasto pode ser um defensor do enteado, um adulto extra que cuida e um recurso para a criança enquanto ela cresce e amadurece. Veja aqui as dicas para um bom relacionamento:

  1. Crie uma primeira impressão rápida

Para tirar a pressão do primeiro encontro com a criança, faça com que seja um pequeno “olá” e evite longos jantares ou então presentes caros. “Mantenha suas expectativas iniciais limitadas. Planeje um encontro rápido – você não quer algo que dure o dia todo”, afirmam Stan Wenck e Connie J. Hansen, autores de Ame-o, ame seus filhos (em tradução livre).

Qualquer coisa que coloque pressão na criança ou que seja excessivo pode sair pela culatra e causar uma possível rejeição ao padrasto ou madrasta. Ninguém sai ganhando em um encontro cheio de expectativas. Com o passar do tempo, deixe as crianças encontrarem seus espaços no relacionamento; quando elas estiverem prontas para uma aproximação, farão com que você saiba. Isso é muito melhor do que rejeição, para todo mundo.

  1. Respeite o luto

Se você está entrando em uma família que passou por um divórcio, deixe que seu enteado tenha o próprio tempo e espaço. “Casar novamente acaba com a esperança da criança de que [seus pais] se reúnam novamente. Conforme a esperança dela acaba, a criança frequentemente entra em um processo de luto, algo que ela pode ter adiado porque ainda acreditava na ideia de que seus pais poderiam voltar a ficar juntos”, afirma Sue Patton Thoele, autora de A coragem de ser madrasta. Thoele continua: “é importante notar que o processo de luto dela às vezes inclui tentar destruir o novo casamento com a esperança de que o pai [ou a mãe] verá a luz e voltará com a mãe [ou o pai]”.

Com isso em mente, deixe a situação passar com tempo e espaço. Se um dos pais faleceu, ajude a criança a encontrar maneiras de se lembrar do pai ou da mãe ouvindo histórias, distribuir fotos dele pelo quarto, ou planejar uma celebração em memória no dia do aniversário de quem faleceu. Caso você sinta que é necessário, sugira terapia como um jeito de dar à criança apoio de alguém de fora com objetividade.

  1. Trate o enteado como família

Se a criança está ficando com o pai e a mãe, ela provavelmente não está com você 100% do tempo. Você pode pensar que fazer uma grande bagunça quando ela está por perto faz com que ela se sinta especial. Na realidade, se você tratá-la como um convidado especial, ela não se sentirá como parte da família.

Em vez disso, inclua-a na família dando a ela tarefas, pedindo para que dividam responsabilidades, revisando a lição de casa e indo às reuniões de pais e professores. Ouça e respeite as opiniões dela e elogie quando a situação pede isso.

“Crianças se sentem melhor consigo mesmas e mais próximas à família quando são ensinadas a aceitar algumas regras e obrigações para com a família como um todo”, Thoele diz. “Essas obrigações incluem respeito, gentileza e ajudar”.

  1. Suma às vezes

Como você já tem um tempo exclusivo com o seu parceiro ou parceira, garanta que as crianças também o tenham. Isso fará com que eles se sintam mais seguros quanto ao relacionamento de vocês em meio a tantas mudanças.

Christie Hartman, autora de Namorando o homem divorciado (em tradução livre), explica, “não esteja sempre grudado ao lado do seu parceiro quando vocês estiverem saindo junto com as crianças e garanta que eles tenham bastante tempo sozinhos”. Depois que as crianças tiverem tempo a sós com seus pais biológicos, elas podem se empolgar mais em passar um tempo com você.

  1. Mantenha uma amizade estável

Pensar sobre se (e quando) você amará o seu enteado ou se ele te amará de volta pode ser estranho. Mas não apresse isso. “Nós podemos evoluir para um amor incondicional e apoiar nossos enteados tanto como nossos próprios filhos, mas uma meta mais realista – ao menos nos primeiros anos – é simplesmente ser amigo deles. Nós podemos escolher ser amigos e agir de formas amorosas, mas sentir o amor ao pé da letra é um mistério que não está sob nosso comando”, diz Thoele.

Decida como vocês querem se referir um ao outro: enteada ou filha, madrasta ou mãe? Eles vão te chamar de mãe/pai, pelo primeiro nome ou por algum apelido? Pode ser qualquer uma das opções que vocês desejarem, variando entre um pai ou mãe mais tradicionais ou até para algo mais parecido com amizade.

  1. Desenvolva confiança e honestidade

Confiança é um componente chave em qualquer relacionamento e pode levar um tempo para construir a forma como uma criança vê você ou como você pode administrar diferentes situações. Você ouve? Você mantém informações privadas em segredo? Você se interessa pelo que é importante para seu enteado?

Crianças podem sentir desonestidade e falta de sinceridade. “Demonstrar honestidade, confiança, fazer boas escolhas e ser ‘real’… As crianças saberão, de um jeito ou de outro”, dizem Wenk e Hansen, autores de Ame-o, ame seus filhos (em tradução livre).

Se você for capaz de ganhar a confiança, com o tempo, você pode se tornar um importante confidente. Na pesquisa com 60 madrastas, Wenck e Hansen dizem que mulheres reportaram que “enteados compartilharam informações e buscaram conselhos delas sobre assuntos que eles eram relutantes em compartilhar com os próprios pais”.

  1. Compartilhe seus interesses

Esteja aberto aos interesses de seus enteados – você nunca sabe qual nova atividade aproveitarão juntos. Lembre que a curiosidade vale para os dois lados. Se você é um jogador de tênis ávido e seu enteado demonstra interesse, dê a ele uma chance!

Você pode descobrir um novo companheiro de atividade. Também tenha alguns rituais que você compartilha, como por exemplo, tomar café da manhã juntos. Lembre-se que uma relação como essa é criada e mantida com duas pessoas: pai e criança.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

A criança e a importância da atividade física

O desenvolvimento da criança é um processo contínuo e dinâmico, exige movimento, muita afetividade, estímulo à inteligência e à socialização…

Todas as pessoas necessitam de atividades físicas para o seu desenvolvimento, tanto no aspecto biológico quanto para o conhecimento do corpo, para criar habilidades de controle e coordenação, equilíbrio e harmonia, força e agilidade, em diferentes atividades.

A atividade física deve ser assegurada e promovida durante toda a vida das pessoas, criando, assim, um estilo de vida ativo, assegurando saúde, disciplina e lazer.

As atividades físicas individuais ou coletivas, culturais ou de lazer, contribuem para o desenvolvimento das potencialidades do ser humano, trazendo melhorias na qualidade de vida.

As crianças precisam ser estimuladas para se movimentarem e motivadas a gostar das atividades físicas, possibilitando que estas se tornem parte integrante do seu cotidiano.

As escolas têm se preocupado em promover esta educação efetiva para a saúde e para a ocupação saudável do tempo livre com exercícios físicos, jogos e competições, mas cabe também aos pais incentivarem e participarem junto com os filhos destas atividades.

Os pais devem ser os parceiros na hora de educar, acreditando e fazendo o melhor como modelo de apoio e, de modo especial, de pessoas que ensinam e aprendem juntas.

Fonte: http://zip.net/bkty1D

Adaptado por Profª Ana Paula Camargo Petroski

 

 

 

 

3 benefícios que o riso traz e você nem imagina!

Dar risada traz mais benefícios do que você imagina

Sorrir é muito mais do que uma expressão do que sentimos. Dar aquela gargalhada gostosa pode trazer benefícios para a saúde!

1 – Memória

Estudos indicam que o riso aprimora a memória, o foco da atenção, o aprendizado, de acordo com a psicóloga Carla Ribeiro, filha de Ilma e Carlos. “O pensamento criativo da criança tem um desenvolvimento melhor”, acrescenta.

2 – Desenvolvimento emocional

Dar risada tem um papel fundamental nesse quesito. “Elas liberam reações físicas, cognitivas e emocionais. Ainda facilitam que as crianças se socializem porque serão mais receptivas para as pessoas.” A garotada também fica menos irritada e mais espontânea no dia a dia.

3 – Analgésico natural

O riso movimenta os músculos da face e do abdômen que relaxa e libera tensões e gera endorfinas, gerando bem estar para as crianças, de acordo com a psicóloga.

Estudo comprova que os bebês só dão risada para ver as mães rindo de volta

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

Problemas de aprendizagem das crianças

auticmoOs problemas de aprendizagem atingem a 1 de cada 10 crianças em idade escolar…

Os problemas de aprendizagem podem ser detectados em crianças a partir dos 5 anos de idade e constituem uma grande preocupação para muitos pais, já que afetam o rendimento escolar e as relações interpessoais dos seus filhos.

Uma criança com problemas de aprendizagem pode ter um nível normal de inteligência, de acuidade visual e auditiva. É uma criança que se esforça em seguir as instruções, em concentrar-se, e portar-se bem em sua casa e na escola. Sua dificuldade está em captar, processar e dominar as tarefas e informações, e logo a desenvolvê-las posteriormente. A criança com esse problema não pode fazer o que outros com o mesmo nível de inteligência podem conseguir.

Não é nada difícil detectar quando uma criança está tendo problemas para processar as informações e a formação que recebe. Os pais devem estar atentos e conscientes dos sinais mais frequentes que indicam a presença de um problema de aprendizagem, quando a criança:

Apresenta dificuldade para entender e seguir tarefas e instruções. 

 Apresenta dificuldade para relembrar o que alguém acaba de dizer. 

Apresenta facilidade para perder ou extraviar seu material escolar, como os livros e outros artigos.

Manifesta irritação ou excitação com facilidade. Problemas de Leitura (visão).

A criança se aproxima muito do livro;

Vê duplicado, pula e lê a mesma linha duas vezes;

Omite consoantes finais na leitura oral

Tende a esfregar os olhos e queixar-se de que coçam

Apresentam problemas de limitação visual.

 

Fonte: http://zip.net/bftx34

Adaptado por Profª Ana Paula C. Petroski