Gravidez e direção…

O que dizem as leis de trânsito?
O atual código brasileiro de trânsito não especifica até quando a gestante pode dirigir. Essa decisão fica para a grávida conforme orientações do seu obstetra.
Quais os problemas de dirigir grávida?
– Grávidas apresentam maior sonolência, principalmente no primeiro trimestre devido alterações hormonais.
– Os reflexos ficam diminuídos durante a gestação.
– Risco de colisão da barriga com o volante em caso de acidente.
– A curvatura da coluna se modifica na gestação e a direção, principalmente em cidades com muito congestionamento, pode levar a dores.
– Pode aparecer ou piorar o inchaço nas pernas da gestante.
– Os movimentos do feto, bem como enjôos ou contrações podem distrair a gestante do trânsito.
* Segundo estudo canadense, grávidas tem 42% mais chance de se envolver em acidentes do que não grávidas

Como tornar a direção mais segura?
– A faixa inferior do cinto deve ser colocada abaixo da barriga, sobre os quadris, nunca sobre a barriga. A faixa superior deve estar entre os seios.
– A distância do volante deve ser a maior possível, mantendo acesso aos pedais e com direção confortável.
– Faça trajetos curtos. Se precisar ir a um local mais distante, faça paradas no percurso para esticar as pernas, descansar e beber água.
– Não dirija se estiver sentindo qualquer desconforto.

Eu me sinto bem, posso continuar dirigindo?
Nada impede que a grávida dirija até o final da gravidez mas é importante que discuta com seu médico e esteja ciente dos riscos. O aconselhável é dirigir até no máximo o oitavo mês de gestação. Converse com seu obstetra!

 

Fonte: http://zip.net/bbsTWW

Adaptado por Profª Ana Paula Camargo Petroski

 

 

 

Feto pode ter ereção; veja outras curiosidades sobre o pênis do bebê…

Bebê pode ter ereções dentro da barriga da mãe

“A medicina fetal evoluiu muito, as técnicas e os aparelhos de alta resolução conseguem mostrar detalhes incríveis. Com frequência, pode-se observar que o feto manipula a genitália. Provavelmente, isso lhe traz algum tipo de prazer, no início da gravidez, o pênis do bebê costuma estar em repouso. Com o tempo, entretanto, notam-se sinais de aumento do tamanho e ereção. “Trata-se de um processo totalmente fisiológico, nada relacionado à sexualidade.”

Exercícios para evitar a fimose nunca devem ser feitos

Antigamente, havia essa recomendação, mas pesquisas recentes demonstram que a retração prepucial ocorre naturalmente. “Nunca faça exercícios. A aderência prepucial à glande presente no nascimento costuma desaparecer, permitindo sua exposição ao longo do crescimento da criança (em geral, até os cinco anos).”

Ao contrário do que se pensa, a incidência de fimose é rara

“A incidência de fimose patológica entre crianças é de 0,4 casos a cada mil nascimentos de meninos por ano. Portanto, a suspeita de fimose é mais frequente do que sua real incidência.” Na maioria das vezes, as aderências entre o prepúcio e a glande se desfazem normalmente ao longo do tempo.

O inchaço dos órgãos genitais presente no nascimento é passageiro

Não se preocupe, vai passar. “O bebê nasce edemaciado, ou seja, inchado, em todo seu corpo, inclusive nos órgãos genitais. É por isso que perde peso nos primeiros dias de vida.”

Meninos precisam de cuidados específicos de higiene

É preciso lavar os órgãos sexuais do bebê suavemente com água e sabonete, sem fazer muita fricção e, principalmente, enxugar bem a região abaixo da bolsa escrotal, local onde geralmente formam-se micoses. “Trata-se de um lugar quente e úmido, por isso é favorável a fungos.”

Testículo que não desce pode “morrer” dentro da cavidade abdominal

É preciso que os pais realizem a palpação para observar se os dois testículos estão dentro da bolsa escrotal do bebê. “A ausência de um ou dos dois testículos se chama criptorquidia. Se o problema não for resolvido até, no máximo, dois anos de idade, o testículo que não desceu pode ‘morrer’ dentro da cavidade abdominal. Se a condição for bilateral, a criança pode se tornar um adulto estéril.” OS pais devem ficar atentos para a existência de hérnias (alças de intestino que migram para dentro do testículo). O problema costuma estar ligado à criptorquidia. A existência de inchaços ou caroços na virilha do bebê são sinais de alerta. “Esse é outro caso para cirurgia.”

Testículos do bebê podem conter excesso de água

A palpação dos testículos do bebê também permite identificar a hidrocele, acúmulo de líquido em quantidades anormais dentro do escroto e envolvendo o testículo. “A ocorrência de hidrocele é frequente no nascimento, mas costuma haver a regressão natural com o passar dos meses”.

Fonte: http://zip.net/bpswVY

Adaptado por Profª Ana Paula Camargo Petroski

 

Ciúme de irmão: 10 maneiras de lidar com essa situação

Não demonstre preferências, jamais faça comparações e incentive a admiração mútua

O ciúme do irmão mais novo pode acontecer em todas as idades, mas quando a criança tem de 2 a 3 anos, pode ser ainda mais complicado: o mundo dela ainda gira bastante em torno dos pais. É comum que se torne insegura, manhosa. Pode até acontecer de ela voltar a querer a mamadeira ou a fazer xixi na cama, como um bebê.

Se o problema é disputar atenção, como lidar com o ciúme? “O essencial é mostrar para a criança que ela continua importante”, diz a psicóloga Fernanda Carioni. O trabalho pode começar antes mesmo de o irmão nascer. Peça ajuda para escolher o enxoval, os brinquedos novos, incentive a criança a conversar com a barriga.

Abaixo, confira 10 dicas para lidar com essa situação aí na sua casa:

 

  1. Jamais faça comparações entre eles. Os filhos são sempre muito diferentes um do outro. Que bom!

 

  1. Incentive a admiração mútua, elogiando os pontos fortes de cada um.

 

  1. O jeito que você gosta de cada filho tem a ver com afinidade, e isso é completamente normal. Mas não demonstre preferência.

 

  1. Não se descuide do filho mais quieto, aquele que não pede afeto. Ele também precisa de você.

 

  1. Às vezes, passe um tempo com cada filho separadamente, para dar atenção exclusiva.

 

  1. Identifique as situações de ciúme e procure intervir antes que vire uma nova briga.

 

  1. Reforce, sempre, que a amizade entre os irmãos é única. Conte sobre seus irmãos, se for o caso, e mostre exemplos em outras famílias.

 

  1. Se o ciúme os deixar agressivos, tente canalizar essa raiva para atividades artísticas. Use argila, tinta, massinha, recortes…

 

  1. Crie situações para que eles trabalhem em equipe, como em jogos e brincadeiras.

 

  1. Não se desespere com as brigas. Elas são normais e fazem parte do desenvolvimento.

 

Fonte: http://zip.net/btnkgL

 

Adaptado pela Profª Bárbara Kristensen

CATEGORIAS: dúvidas frequentes

Livre das brotoejas

Parece alergia, mas não é. As bolinhas vermelhas popularmente conhecidas por brotoejas são provocadas pelo entupimento dos poros por onde é eliminado o suor. “Como esses ductos excretores das glândulas sudoríparas são muito finos nos bebês, entopem com facilidade”, explica Maria Esther Ceccon, pediatra neonatologista do Instituto da Criança, do Hospital das Clínicas da FMUSP (SP).

Costumam aparecer principalmente no rosto, no pescoço, no tórax e nas costas – e coçam muito! “É mais frequente no verão, por causa do calor”, explica Selma Helene, dermatologista do Hospital Israelita Albert Einstein (SP). Mas também podem surgir quando a criança tem febre alta ou transpira muito devido ao excesso de roupa. Por isso, nada de agasalhar demais o seu filho. Uma dica (caso tenha receio de ele sentir frio) é colocar apenas uma camada de roupa além do que você estiver vestindo.

O que fazer
Como, em geral, o problema é provocado por fatores ambientais, é preciso eliminar a causa, ou seja, o que está provocando tanto suor na criança. Assim, opte por roupas frescas (de algodão, por exemplo), deixe os ambientes arejados e aumente a frequência dos banhos – que devem ser curtos, com água morna ou fria, para não ressecar a pele. Quando a pele estiver íntegra novamente, volte com a rotina do banho da criança.

Nada de aplicar medicamentos ou talcos sobre a pele do seu filho. “Em vez do talco, que pode ser inalado pelo bebê, uma opção é a pasta d’água (encontrada em farmácias) com o intuito de secar as bolinhas”, diz Maria Esther.

Apesar do quadro não ser grave, por causa da coceira, o risco é a pele lesionada infeccionar. Nesse caso, o tratamento será à base de medicamentos com corticoides e antibióticos.

Adaptado pela Profª Heloisa Moser Bittencourt

A adaptação escolar após o Carnaval…

Adaptação escolar

No final de janeiro, quando as aulas começaram, seu filho e você deram início à adaptação escolar. Ele chorava muito toda vez que vocês saíam para a escola, ainda não tinha se adaptado aos horários, não gostava da professora nem dos amigos e você, é claro, ficava de coração partido.

E quando tudo parecia finalmente estar entrando nos eixos veio o (longo) feriado de Carnaval. Quatro dias de folia depois, chegou a hora de retomar a rotina da escola e o sentimento é de que seu filho (e você também) retornou à estaca zero. Sim, pode não ser só impressão: essas pequenas férias no início da volta às aulas podem atrapalhar bastante.  “A interrupção do processo de adaptação pode sofrer regressão, principalmente se a criança já havia vencido alguma dificuldade, pois os vínculos criados dentro da escola ainda eram tênues”, explica a psicopedagoga Quézia Bombonatto, diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia. Em outras palavras, se o seu filho não estava ainda tão acostumado à professora, aos novos amigos e ao próprio ambiente, bastaram apenas alguns dias de descanso em família para que esses laços que o seu pequeno estava começando a tecer se desfizessem.

Muitos pais acabam cedendo aos apelos dos filhos e deixam que a volta às aulas seja postergada para a segunda-feira da próxima semana. “Algumas famílias minimizam a importância do período de reinício das aulas, alegando que os professores fazem revisão do conteúdo do ano anterior e, portanto, o filho não vai ‘perder’ matéria nova”, explica Quézia. Só que essa atitude não colabora com o processo de readaptação à escola. Isso porque a questão principal não é o seu filho assimilar o conteúdo em si, mas retomar o ritmo e, acima de tudo, testemunhar qual é a postura dos pais em relação ao comprometimento com a escola. “Os pais devem sempre mostrar a importância que dão à vida escolar da criança, comprometendo-se com o calendário da escolar”, explica a psicopedagoga. Se nem você levar as aulas a sério, seu filho pode achar que, afinal, a escola talvez nem seja assim tão importante…

Confira abaixo algumas dicas para colocar em prática na véspera da volta às aulas que podem ajudar nesse processo:

– Coloque a criança para dormir mais cedo – nada de ficar acordado até altas horas como no feriado inteiro;

– Não estimule atividades que deixem a criança extremamente cansada – não adianta chegar de viagem de madrugada e querer que a criança esteja disposta para ir à escola logo cedo;

– Peça ajuda do seu filho para arrumar o material e o uniforme. Assim, ele começa a se envolver novamente nos preparativos para a escola;

– Seja carinhoso, mas firme. Ir à escola não é negociável, mas com certeza vai trazer um mundo de novas experiências tanto para você quanto para o seu filho.

Fonte: http://zip.net/bmqPv3

Adaptado pela Profª Heloisa Moser Bittencourt