3 benefícios que o riso traz e você nem imagina!

Dar risada traz mais benefícios do que você imagina

Sorrir é muito mais do que uma expressão do que sentimos. Dar aquela gargalhada gostosa pode trazer benefícios para a saúde!

1 – Memória

Estudos indicam que o riso aprimora a memória, o foco da atenção, o aprendizado, de acordo com a psicóloga Carla Ribeiro, filha de Ilma e Carlos. “O pensamento criativo da criança tem um desenvolvimento melhor”, acrescenta.

2 – Desenvolvimento emocional

Dar risada tem um papel fundamental nesse quesito. “Elas liberam reações físicas, cognitivas e emocionais. Ainda facilitam que as crianças se socializem porque serão mais receptivas para as pessoas.” A garotada também fica menos irritada e mais espontânea no dia a dia.

3 – Analgésico natural

O riso movimenta os músculos da face e do abdômen que relaxa e libera tensões e gera endorfinas, gerando bem estar para as crianças, de acordo com a psicóloga.

Estudo comprova que os bebês só dão risada para ver as mães rindo de volta

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

Bebês prematuros precisam estar em contato com os pais desde o nascimento

A pesquisa revela que nada é mais saudável do que o toque entre a pele dos bebês e dos pais. Mas a imagem já diz muito mais do que a pesquisa: amor só faz bem

Essa imagem emocionante foi feita na Suécia, na cidade de Uppsala, com bebês que nasceram prematuros pesando apenas 700 gramas. Além da pele da mãe, o contato com a pele do irmão mais velho e do pai também participam da recuperação dos recém-nascidos. Essa foto foi apresentada como parte de uma pesquisa que revela a importância do toque para os bebês prematuros.

Estar em contato com os pais é melhor para regular a temperatura do que a incubadora neonatal, ajuda os bebês a respirarem melhor, ficarem mais tranquilos e ganharem peso mais rápido. O estudo também mostra que a flora bacteriana dos pais, quando comparada ao hospital, reduz o risco de infecções que podem ser graves para bebês tão frágeis. No Brasil esse método é conhecido como Canguru e faz muito sucesso entre as UTIs neonatais.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

 

Quanto tempo meu filho precisa dormir? Veja tabela para cada fase

Academia Americana de Medicina do Sono revela os números em recente estudo

Que a quantidade de horas de sono afeta o desenvolvimento de crianças e adolescentes todo mundo sabe. Mas que números seriam esses?

Especialistas em transtornos do sono revelaram esses dados numa recente pesquisa publicada na revista científica “Journal of Clinical Medicine”. Segundo as diretrizes da American Academy of Sleep Medicine (Academia Americana de Medicina do Sono), horas de sono adequadas beneficiam a atenção, o comportamento, a aprendizagem, o controle emocional e a memória, além de qualidade de vida mental e física.  Por isso, saiba por que é importante manter a rotina do sono durante as férias.

Já o sono insuficiente nas crianças podem justamente trazer problemas de atenção, comportamento e aprendizagem. Também crescem os riscos de lesões, hipertensão, obesidade e depressão.

Sono demais também não é bem visto, explicam os estudiosos. Crianças e adolescentes que dormem mais do que o recomendado estão à mercê de efeitos como pressão alta, diabetes, obesidade e problemas de saúde mental.

Hora certa 

E qual a quantidade certa de horas  de sono para cada fase? Dê uma olhada:

Crianças de 4 a 12 meses: devem dormir de 12 a 16 horas por dia (incluindo sonecas).

Crianças de 1 a 2 anos: devem dormir de 11 a 12 horas por dia (incluindo sonecas).

Crianças 3 a 5 anos: devem dormir de 10 a 13 horas por dia (incluindo sonecas).

Crianças 6 a 12 anos: devem dormir de 9 a 12  horas por dia

Adolescentes de 13 a 18 anos: devem dormir de 8 a 10  horas por dia

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

 

Mitos e verdades da natação para bebês!

Muita gente acredita que os bebês já nascem sabendo nadar, mas não é bem assim!

Dizem por aí que os bebês já nascem sabendo nadar, mesmo sem nunca terem aprendido, e que essa aptidão desaparece quando eles começam a crescer. Mas, pelo contrário, os recém-nascidos não são tão habilidosos assim, por mais que pareçam familiarizados com o ambiente aquático. O que acontece, na verdade, é um movimento intuitivo de autoproteção conhecido como Reflexo de Natação.

Quando posicionados na água, os recém-nascidos mexem seus braços e pernas de forma repetitiva, e desta forma conseguem permanecer estáveis, sem se afogar.  Entretanto, esse reflexo desaparece quando o bebê chega aos seis meses de idade, tornando perigoso mantê-los em uma banheira, por exemplo, sem a supervisão de um adulto.

“Colocar os bebês na água e deixá-los nadar por conta própria é altamente desaconselhável, uma vez que eles podem facilmente se engasgar e se afogar”, alerta o vice-presidente do Departamento de Cuidados Domiciliares da Sociedade de Pediatria de São Paulo, José Gabel.

Habilidade motora

O estudo de Blanksby, que busca analisar o comportamento aquático dos recém-nascidos, mostra que as crianças podem adquirir habilidades de nado apenas por volta dos cinco anos de idade, quando o desenvolvimento motor já está maduro e elas têm mais controle do corpo.

Portanto, iniciar as aulas de natação precocemente não significa que a criança dominará mais rapidamente a prática, justamente pela capacidade neuromuscular ainda incompleta.

Segurança

A natação direcionada à família com a intenção de introduzir os bebês de forma divertida e descontraída nesse ambiente não deve ser vista como aula de sobrevivência. “É a oportunidade para introduzir as crianças à água e estar consciente dos riscos. Não serve para torná-las nadadoras talentosas ou para sobreviver de forma independente na água”, explica o pediatra.

A Academia Americana de Pediatria também reforça essa ideia de segurança, recomendando que os pais não deixem seus bebês sozinhos dentro da água e que devem estar sempre por perto para evitar afogamentos.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

 

Linda do começo ao fim

A maternidade vem acompanhada de grandes mudanças. No coração, claro, mas também no rosto, nos cabelos e no corpo

Basta descobrir a gravidez para o mundo ficar de cabeça para baixo. Você muda por dentro – o que é inevitável, definitivo e delicioso – e muda por fora. Mas aí não precisa ser definitivo, não. Hábitos saudáveis, como uma boa alimentação, exercícios físicos e cuidados com a pele, por exemplo, podem evitar mudanças indesejáveis. Sim, é necessário arrumar tempo para cuidar da aparência! São tantas as questões que aparecem na gravidez, que a gente acaba deixando isso em segundo plano. Mas uma grávida saudável e com boa autoestima com certeza será uma mãe muito mais feliz. Aqui, tudo o que você precisa saber para se cuidar e ficar ainda mais linda durante e depois da gravidez.

CABELOS

Durante a gestação, os hormônios trabalham, quase sempre, a favor dos fios. “Meu cabelo ficou lindo e cresceu muito”, conta a nutricionista Juliana Villar de Almeida, mãe de Maria Fernanda. Mais: o cabelo fica sedoso, fácil de pentear e praticamente não cai, conta o dermatologista e tricologista Valcinir Bedin, pai de Gustavo. Em compensação, algumas futuras mães podem sofrer com o excesso de oleosidade. “Há um aumento da produção de secreção pelas glândulas sebáceas, que pode aumentar a caspa”, explica o ginecologista e obstetra Jurandir Piassi Passos, pai de Isabella e Natalia. Alguns xampus indicados para o controle da caspa podem ser usados após a 12a semana de gravidez, mas vale consultar o seu médico. “O couro cabeludo absorve muito as drogas”, alerta Jurandir. Por isso, é importante ficar longe de escova progressiva e alisamentos. “As tinturas sem amônia estão liberadas a partir da 16a semana. Assim como as luzes, desde que não haja contato com a raiz”, diz a ginecologista, obstetra e tricologista Cláudia Leite Barbosa, mãe de Guilherme e Luísa.

Pós-parto

Após o nascimento do bebê, os fios vão pelo ralo, literalmente. “Três a quatro meses após o parto pode ocorrer uma grande queda dos fios”, explica o dermatologista Bedin. Tomar suplemento vitamínico até o final da amamentação ajuda, diminuindo a queda e facilitando a recuperação. Essa queda pode durar seis meses e deve ser generalizada. “Se for localizada ou se aparecer alguma entrada não é normal”, diz a ginecologista Cláudia Leite Barbosa. Anemia e tireoidite são exemplos de problemas no pós-parto, que podem contribuir com a queda. Já no salão, para ficar mais bonita durante a amamentação, tinturas sem amônia e luzes, sem contato com a raiz, estão liberadas. Pode marcar hora!

ROSTO

Sua pele não é mais a mesma… Mas cada uma muda de um jeito: tanto pode ficar mais seca ou mais oleosa do que antes. O importante é usar produtos de acordo com o seu novo tipo. Isso inclui maquiagem e protetor solar. Peles oleosas, por exemplo, pedem texturas mais leves, como géis e séruns. Além disso, a pele está mais sensível. “Para evitar reações alérgicas, prefira produtos hipoalergênicos, sem cheiro, corantes ou parabenos e, preferencialmente, de marcas conhecidas”, explica a dermatologista Luciane Scattone, mãe de Henrique e Leticia. Bloqueador solar com FPS acima de 30 é realmente indispensável o tempo todo, especialmente no rosto, pois até mesmo uma lâmpada é capaz de manchar a pele. “Os hormônios estimulam a pigmentação, por isso aparecem mais manchas”, explica Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein, pai de Mira, Marcelo e Marcos.

Também pode aparecer acne. “Meu rosto ficou cheio”, conta a DJ Caroline Campos, mãe de Aurora. De acordo com Eduardo, o aparecimento de espinhas está relacionado ao aumento da oleosidade e varia entre as mulheres. O tratamento deve ser local e com acompanhamento médico, pois o uso de ácidos deve ser evitado. “Muitos produtos não apresentam segurança, pois nunca foram testados em grávidas”, explica a ginecologista e obstetra Bárbara Murayama, mãe de Pedro. Para Caroline, o jeito foi manter a região sempre limpa usando sabonete.

Pós-parto
A maioria das manchas diminui ou até some no pós-parto. No caso de Caroline, a mancha que tinha aparecido na testa foi embora. As espinhas do corpo também sumiram rapidamente, mas as do rosto continuaram por um tempo. A boa notícia é que tem jeito! “Nesse período, o uso de produtos cosméticos e cuidados para pele passa a ser mais tolerado, pois não passa pelo leite. É o momento de um apoio do dermatologista”, explica Eduardo Zlotnik. E, se alguma mancha persistir, será necessário um tratamento com clareadores e laser.

Mas tenha paciência, controle a ansiedade. “Muitas dessas mudanças são transitórias e começam a sumir, em média, dois meses depois do nascimento do bebê”, explica a ginecologista e obstetra Bárbara Murayama. Algumas horas a mais de sono e um bom banho nessa fase do pós-parto são capazes de fazer milagres, assim como algumas receitinhas caseiras. Vale a pena deixar o bebê com alguém por um tempinho para se cuidar. “Compressa de camomila gelada na região dos olhos contrai os vasos dilatados e melhora a aparência das olheiras”, diz a dermatologista Luciane Scattone. Um zumbi a menos!

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa