Receita de feijoadinha baby

Tem coisa mais gostosa que feijoada? Que tal uma receita adaptada e adequada para os bebês a partir dos 7 meses? Além de deliciosa, ela é rica em antioxidantes importantes para o fortalecimento do organismo e ótima fonte de nutrientes, como vitamina A, selênio, manganês, ferro e cobre.

INGREDIENTES

170 g de feijão preto (ou o de sua preferência)
70 g de músculo
½ beterraba pequena em rodelas (50 g)
½ cenoura em rodelas (50 g)
½ cebola pequena picada (30 g)
½ dente de alho picado
1 folha de louro
1.250 ml de caldo caseiro de legumes ou apenas água
Sal a gosto
Azeite para refogar
130 g de arroz branco ou integral cozido (empapado)
4 folhas de couve

MODO DE PREPARO

Coloque o feijão de molho na noite anterior ao cozimento e troque a água algumas vezes. Descarte a água e reserve o feijão. Na panela de pressão, esquente um fio de azeite e adicione a cebola e o alho. Então, refogue a carne rapidamente, junte 500 ml de caldo e feche a panela. Cozinhe em fogo baixo por 20 minutos a partir da pressão. Enquanto isso, corte a couve em tiras finas. Numa frigideira, coloque 50 ml de água, acrescente a couve e mexa até murchar. Em seguida, coloque as folhas em um processador para que sejam trituradas (isso facilita a mastigação pelo bebê) e reserve. Quando puder abrir a panela, adicione o feijão, a cenoura, a beterraba, a folha de louro, o sal a gosto e o restante do caldo. Feche novamente e cozinhe em fogo baixo por 40 minutos após pegar pressão. Ao abrir a panela, descarte a folha de louro e pique a carne com uma faca de serra até que fique com aspecto de processada. Para servir, amasse o arroz empapado com um garfo e faça o mesmo com a mistura de feijão e carne. Você pode congelar a feijoadinha por até 90 dias.

 PRIMEIRAS COLHERADAS
As sócias TammyAchkar, chef de cozinha,e Bruna Romaro, fotógrafa, revelamseus
olhares sobre a alimentação infantil, coma participação da nutricionista Tatiana de Vuono.

Fonte: http://migre.me/u0CLj

Adaptado pela Profª Heloisa Moser Bittencourt Eger

 

 

 

 

Criança pode tomar isotônico?

 

As chamadas bebidas esportivas não são bem-vindas para crianças, como reforçou uma revisão de estudos publicada no periódico americano Pediatrics.

Destinados a repor os nutrientes eliminados pela transpiração nos atletas, os isotônicos são ricos em açúcar e sais
minerais, como o sódio (que causa hipertensão).

Ocorre que, para equilibrar o excesso de sais no organismo, será preciso ingerir bastante água – em vez de suprir a necessidade do líquido, ele aumenta. Sem contar que alguns contêm substâncias capazes de provocar erosão nos dentes.

Mesmo aqueles casos em que há prática esportiva intensa ou condiçõesde saúde específicas requerem o aval do pediatra.

 

Fonte: http://migre.me/u0D1T

 

Adaptado pela Profª Heloisa Moser Bittencourt Eger

 

 

 

 

 

 

Você já parou para pensar sobre como vai fazer o desmame do seu filho?

A gente te ajuda a entender esse momento

Tudo o que você já digitou no Google está gravado, desde a receita do bolo de cenoura fofinho até como fazer o celular ressuscitar depois de uma queda. Pensando nesses registros, fizemos uma parceria com a empresa, que nos passou as principais buscar relacionadas ao termo “amamentar”.

Em comemoração a Semana Mundial da Amamentação, vamos solucionar as dúvidas mais buscadas, a fim de ajudar os nossos leitores. A pesquisa da matéria de hoje é “como deixar de amamentar”.

Para responder a essa pergunta não existe uma fórmula secreta ou uma regra geral. Cada mãe vai fazer o desmame do seu próprio jeito. Porém, o mais importante é que ela queira parar de amamentar de verdade.

“Não basta dizer que precisa parar. Porque ela não vai conseguir. A mãe transmite suas inseguranças para o bebê. É muito mais fácil quando ela tem certeza. Muitas crianças que mamam durante muito tempo, é porque a mãe não foi firme”, explica Betty Monteiro, mãe de Gabriela, Samuel, Tarsila e Francisco, psicóloga, pedagoga e escritora.

Então já sabe: não se trata de técnica, precisa estar certa daquilo e ter determinação. O nosso psicológico conta muito nessas horas. Isso vale também para a volta ao trabalho. Algumas mães costumam amamentar mesmo após o fim da licença-maternidade e não têm problema nenhum nisso.

“A importância da amamentação não é só nutritiva, é a questão emocional”, afirma Betty. Pensando nisso, só vale a pena continuar amamentando depois da volta ao trabalho se isso não for um bicho de sete cabeças.

Conforme Betty explica, quando a mãe amamenta sem gostar, sem poder ou quando está cansada, isso se torna um sacrifício, o que não pode acontecer. “Essa tem que ser uma hora sagrada, quando a mãe está relaxada, inteira para aquele bebê. Em circunstâncias em que ela está esgotada ou não está disposta, não faz bem para a criança”, diz Betty. Você precisa conhecer os seus limites!

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

Precisa acordar o bebê para mamar? Tire dúvidas sobre rotina de amamentação

A falta de rotina pode deixar a mãe ainda mais cansada

Fizemos uma parceria com o Google e eles nos passaram as principais buscas relacionadas ao termo “amamentar”. Em comemoração a Semana Mundial da Amamentação, solucionamos as principais dúvidas sobre o aleitamento materno. As pesquisas dessa matéria foram “como amamentar um recém-nascido”, “como acordar o bebê para amamentar”, “como amamentar seu filho corretamente”.

Dúvidas sobre a amamentação, como os melhores horários, o que fazer durante a noite, tudo isso é comum para as mães de primeira viagem. A gente te ajuda a esclarecer algumas dessas questões. No início, é bom deixar o bebê estabelecer os seus próprios horários e então a mãe oferece o leite quando ele quiser!

“Normalmente nas primeiras semanas de vida os horários costumam ser bem irregulares, podendo variar desde a cada hora, ou ter até quatro horas de intervalo. Aos poucos a própria criança vai estabelecendo horários mais fixos, aproximadamente a cada 3 horas, o que acontece geralmente a partir do primeiro mês de vida”, explica Arno Norberto Warth, que é pediatra e pai de Lucas e Gabriel.

Caso o seu filho mantenha horários irregulares após o terceiro mês de vida, consulte o pediatra em busca de orientação. Juntos, vocês poderão entender o que está causando essa inconstância e ajustá-la. Afinal, a falta de rotina pode ser cansativa para a mãe. Se o seu filho não acordar para mamar à noite e estiver ganhando peso, você não precisa acordá-lo!

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

Como alimentar seu filho em cada fase da infância

Os hábitos saudáveis na vida adulta são reflexos da educação alimentar infantil, saiba como estimular isso desde cedo

Uma das nossas principais preocupações é se as crianças estão comendo bem. E nessas horas, não é só uma alimentação saudável que faz a diferença: é importante saber também se você está oferecendo a melhor refeição para aquela fase pela qual seu filho está passando.

Depois dos seis meses de idade, aos poucos você vai introduzir papinhas doces e sucos na alimentação do bebê. Depois, as papinhas salgadas e, mais tarde, alimentos sólidos. Mas o sistema digestivo dele ainda não está pronto para receber alimentos mais pesados e gordurosos. Veja o que os nutricionistas recomendam para cada fase da alimentação do seu filho.

Até seis meses

Esta é a fase do aleitamento materno exclusivo, ou seja, o bebê não deve ter contato com outro tipo de alimentação a não ser o leite materno, que já contém os nutrientes necessários e suficientes para o desenvolvimento. Nada de água, chá ou sucos.

Uma opção para as mães que trabalham fora e precisam deixar os filhos em casa é usar bombas de extração e guardar o leite na geladeira. Assim, os períodos de amamentação podem ser mantidos mesmo com a mãe fora de casa. Para quem preferir as fórmulas lácteas, por exemplo, é sempre bom consultar o pediatra antes de começar.

De seis meses a um ano

É nesta fase que a criança começa o descobrir os alimentos. Por isso é preciso insistir quando alguma novidade é rejeitada e procurar oferecer os alimentos de formas variadas. Os bebês só se acostumam com um novo gosto depois de experimentar de 10 a 12 vezes. A alimentação deve ser rica em carboidratos, ferro e proteína. Frutas, verduras, legumes, leite e derivados devem fazer parte da nova fase.

As frutas entram primeiro no cardápio, amassadas como papinha e também os sucos. “Dê preferências às cítricas, como laranja, limão e acerola, que são ricas em vitamina C. A laranja-lima costuma ter mais aceitação por conta do sabor”, explica Daísa Pinhal, nutricionista, filha de Silvana. E também vale fazer o suco misturando frutas, bater com cenoura ou tomate. Mas, segundo a nutricionista, é recomendado que os sucos entrem no cardápio pela manhã, entre as mamadas. E a quantidade recomendada é cerca de 30 ml.

O leite materno pode continuar sendo oferecido: a Organização Mundial da Saúde recomenda pelo menos até os dois anos de idade. Portanto nesta etapa é preciso saber intercalar os períodos de amamentação e as refeições. As frutas, como banana amassada, maçã raspadinha e mamão, podem entrar como lanche da tarde (não é indicado bater os alimentos no liquidificador porque perdem propriedades nutricionais). É importante respeitar o apetite da criança, que pode rejeitar no início.

Depois de aproximadamente um mês que as frutas foram introduzidas e a criança já está acostumada com o sabor doce (mas não com açúcar!), alimentos salgados podem ser introduzidos à rotina. Verduras, legumes, leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, grão de bico) e carnes (frango, peixe e boi) podem ser apresentados à criança, que aos poucos começa a almoçar e jantar. No início, a consistência deve ser como um purê e aos poucos alguns pedacinhos vão invadindo o prato. E o ideal é a criança ainda mamar três vezes ao dia.

O que é bom evitar:

– clara de ovo

– mel

– alimentos gordurosos e muito condimentados

– açúcar

Para quem vai cozinhar as papinhas, a dica da nutricionista Daísa Pinhal é já fazer quatro porções e congelar. “Para armazenar, não pode esquecer de ferver o recipiente, inclusive a tampa e a colher que serão utilizadas. Coloque o alimento até a boca do pote para que não entre ar. Use uma bacia com gelo para resfriar e depois congele.”

Fase pré-escolar (1 a 6 anos)

Agora a criança já sabe mastigar e pode receber alimentos mais sólidos, além de mais variados. E a rejeição a alguns sabores pode ficar mais intensa. A partir de um ano, as crianças já conhecem os alimentos e são capazes de escolher o que mais agrada o paladar, além de sofrer diminuição do apetite. O ideal é que façam seis refeições por dia.

A nutricionista Roseli Ueno Ninomiya, mãe de Aline e Caroline, afirma que nesta fase “é importante que sejam oferecidos alimentos ricos em ferro, como a carne bovina, suína, peixe e frango, vegetais e folhas escuras e leguminosas”. E para que o aproveitamento do ferro seja maior, os pais devem oferecer também alimentos como sucos de abacaxi, caju e goiaba.

Não há muitas restrições nessa fase. A criança precisa conhecer mais sabores, experimentar mais e formar uma personalidade alimentar. “Mas o que vale para todas as idades é que os pais sempre devem orientar os filhos a terem opções saudáveis”, afirma Roseli.

Para ajudar as crianças a não perderem mais ainda o apetite, os pais devem valorizar refeições juntos à mesa, mostrando para a criança que pode ser um momento agradável. “Ela vai comer os alimentos saudáveis desde que os pais eduquem para isso”, diz a nutricionista. Não é indicado oferecer prêmios em troca de comer toda a comida, como também não vale distrair a criança. Deixar a TV ligada só vai atrapalhar. E quanto mais líquido for ingerido durante as refeições, menos comida entra. E, por último, a fome é o melhor remédio.

A partir dos sete anos

Agora é a quantidade de alimento que deve aumentar. Se antes a criança recebia porções pequenas, agora o ideal é que coma cerca de duas a três colheres dos alimentos de cada grupo alimentar. “Precisa ter fonte de carboidrato, proteína animal e vegetal, e gorduras boas, como o azeite”, explica Roseli.

Na fase escolar a criança vai sofrer influências naturais no cardápio. Os colegas da escola vão influenciar e os hábitos da hora do recreio também. Os salgadinhos, balas e doces podem se tornar os preferidos. É por isso que iniciar bons hábitos alimentares desde o início é essencial.

 

Fonte: www.paisefilhos.com.br

 

Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa