As crianças de hoje em dia não sabem esperar…

Achei este texto incrível da cronista Clemance Kandasovas Ferrato Cecon Garcia. Nele, ela aborda um tema muito comum para nós, pais e mães da atualidade: as crianças de hoje não sabem esperar. É impressionante! Ela faz uma analogia maravilhosa com o medicamento Merthiolate, que todas nós conhecemos.

Um texto para pensarmos e, principalmente, tentarmos mudar nossa postura com relação aos nossos filhos.

Merthiolate

Quem tem um pouco mais de “experiência”, para não dizer idade, ainda é capaz de lembrar do ardor causado pelo Merthiolate, que é um anti-séptico para ferimentos.

Eu, moleca que era, vivia ralando os joelhos, cotovelos e o que mais conseguisse, e não sei o que era pior: a dor do ferimento ou o ardor do Merthiolate.

Ainda ouvia da minha mãe que “se ardia era bom porque estava matando as bactérias”… Ela nunca assoprava, o que na época, eu achava sádico, mas hoje sabemos que era sábio, afinal, quando se assopra uma ferida, podemos infectá-la ainda mais com as bactérias presentes na boca.

Enfim, cair primeiro doía e depois ardia.

Com o tempo, o Merthiolate criou uma fórmula que não arde. Não arde.

Com o tempo, não permitimos que nossos filhos sintam nem o ardor do Merthiolate, nem os ardores da vida.

Estamos criando uma geração que não sabe o que é ardor, fome, sede, espera, paciência.

Carregamos um kit completo anti “pitis” na bolsa, com água, bolachas, celular, tablet, caderno, lápis, analgésico. Nossos filhos não podem esperar. Esperar meia hora, quarenta minutos por uma comida? Jamais! Dez minutos por uma água? Não!

Não podem ir a restaurantes sem espaço para crianças porque não suportarão a permanência no local.

O que estamos criando?

Nossas esperas foram boas e até hoje a vida nos ensina a esperar.

Certamente, nesse exato momento, você está esperando por algo: uma cura, uma promoção, uma ligação, comprar uma casa, um carro, uma viagem, engravidar, um namorado, qualquer coisa. Você está esperando. E sua mãe não tem a solução de seus problemas na bolsa dela…

As crianças devem e podem esperar.

Nós, como pais, temos a obrigação de ensiná-los a esperar porque temos que prepará-los para a vida como ela é.

A criança tem uma necessidade, fica chata, não temos paciência e damos o que ela quiser. Qualquer coisa.

Ferrari? Paris? Gucci? Qualquer coisa, mas pare de birra!

E assim, nossa baixa resistência aos apelos dos filhos nos levam ao erro.

Nada mais arde. Nem Merthiolate.

Na verdade, tudo continua ardendo, apenas damos-lhes a falsa sensação de que nada mais arde, de que tudo é imediato.

É isso que queremos ensinar?

Reflita.

Fonte: http://zip.net/bds6kC                                              Adaptado por Profª Ana Paula Camargo Petroski

 

 

 

 

Seu filho é mais baixo que os amigos da mesma idade dele. E agora?

 

Mas, afinal: como saber se a baixa estatura realmente é motivo de atenção?

Para tirar a dúvida, a melhor opção é procurar o pediatra. Mesmo que não seja detectado nenhum problema, ele tranquilizará a família. De acordo com a pesquisa, somente 1 em 5 crianças apresenta uma razão médica para a altura abaixo da média. Buscando descobrir se o seu filho realmente precisa de cuidados, o médico analisará a chamada curva de crescimento, um gráfico que leva em conta o sexo e a idade para determinar se o paciente está com a altura compatível à faixa etária.

Em seguida, será necessário observar o padrão familiar. A fórmula matemática é simples: soma-se a altura da mãe à do pai. Se for um menino, o médico adicionará 13 ao resultado, e para meninas, subtrairá 13 (já que a diferença média de altura entre os gêneros é de 13 centímetros). O resultado deve ser dividido por 2 e será o tamanho esperado para a criança, com margem de erro de 8 cm para mais ou para menos.

Próximos passos

Caso seja detectada alguma alteração nessa análise – altura abaixo do padrão familiar ou desaceleração do crescimento, por exemplo –, o especialista questionará os pais para tentar descobrir a causa. É importante levar em conta se a criança tem baixo peso, anemia, problemas no fígado, nos rins ou na tireoide, intolerância alimentar ou asma mal controlada.  É  indicado se consultar com um endocrinologista, que fará exames complementares, se necessário.

Provavelmente, o médico pedirá o raio-X do punho, que estipula a idade óssea da criança. Há a possibilidade de haver um atraso no crescimento e na puberdade – aos 8 anos, por exemplo, o paciente tem idade óssea de 6. Isso significa que ele pode ter potencial para crescer mais, futuramente.

Também existem situações em que a idade óssea é mais avançada que a cronológica. Preste atenção se a sua filha, antes dos 8 anos, já apresenta brotos mamários, odor nas axilas e pelos pubianos; e, no caso dos meninos, se houve aumento dos testículos, aparecimento de pelos e odor axilar antes dos 9 anos. A antecipação desses sinais pode significar, no futuro, interrupção precoce do processo de crescimento. “É importante que o médico analise se é necessário, com tratamento hormonal, adiar a puberdade. Nem sempre é preciso intervir, mas deve ser feita a investigação”, explica Cristiane.

No caso das meninas, é recomendável fazer um exame adicional, de cariótipo, que detectará se elas têm a síndrome de Turner – a alteração acomete 1 a cada 2.000 garotas. A doença se caracteriza pela perda do material genético do cromossomo X, que, além de baixa estatura, causa problemas cardíacos, renais e perda da puberdade espontânea. O diagnóstico é importante para evitar o aparecimento dos demais sintomas.

Outro cuidado que o médico tomará é analisar se o seu filho tem déficit do hormônio de crescimento, o chamado GH, por meio de exames de sangue. “Além de alterar a estatura, essa substância também é responsável pelo equilíbrio das taxas de açúcar no sangue e pelo aumento da massa óssea”, esclarece Cristiane. Portanto, quanto mais precocemente for detectado o problema, melhor será a recuperação.

Tratamento

Após descobrir qual a causa da baixa estatura, o endocrinologista pode direcionar a intervenção para a raiz do problema. Nos casos de síndrome de Turner e de deficiência de GH, por exemplo, o Estado brasileiro custeia as injeções diárias do hormônio.

É importante que o tratamento só seja adotado com orientação de um especialista. “Existe uma pressão para que as crianças alcancem certo padrão, por razões estéticas. Mas quem deve fazer a avaliação e estabelecer o custo-benefício do tratamento é o médico”, explica Luis Eduardo Caliari, endocrinologista do Hospital São Luiz Morumbi (SP). Vale alertar que pode haver efeitos colaterais, como aumento do nível de açúcar do sangue, dor de cabeça e nas pernas, e crescimento anormal do osso da bacia. Por todas essas razões, controle a ansiedade. “Os pais precisam entender que há uma variação grande de altura entre as crianças. O especialista saberá avaliar se a diferença de estatura é realmente preocupante. Mas é preciso aceitar: seu filho pode ser baixo sem que, necessariamente, haja um problema de saúde por trás disso”, completa.

Fonte: http://zip.net/bcpyqV

Adaptado pela Profª Heloisa Moser Bittencourt

 

Como atividades artísticas e culturais contribuem para a felicidade do seu filho

Pintar, ler, contar histórias, fazer artesanato, cantar e até fazer compras! Você sabia que essas atividades, quando feitas com a participação dos pais, ajudam o seu filho a ficar mais feliz e, ao mesmo tempo, contribui com o desenvolvimento das habilidades cognitivas e sociais? A conclusão foi apresentada por um estudo feito pelas Universidades Open e de Oxford, ambas no Reino Unido.
Entre as descobertas mais interessantes, os pesquisadores notaram que muito mais do que aplicativos ou programas de televisão ditos como educativos, tão comuns hoje em dia, as atividades que mais contribuem para a formação cognitiva são aquelas ligadas às artes plásticas. Pintura, desenho e artesanato, por exemplo, foram listados como as melhores maneiras de acelerar o desenvolvimento da coordenação motora da criança e de incentivar a criatividade.
O estudo mostrou que as crianças que tinham o hábito de cantar ou dançar com os pais eram mais desinibidas. Além disso, quanto mais contação de história e leitura em família, melhor era o desenvolvimento da fala e da conversação. “É claro que os pais não podem se envolver com seus filhos em todas essas atividades o dia inteiro, mas é encorajador saber que o tempo gasto lendo um livro junto com a eles, pintando ou cantando uma canção de ninar pode ajudar muito no desenvolvimento da criança”, escreveu no artigo de apresentação da pesquisa, Laurance Roope, um dos autores.

A neuropediatra Lara Cristina Antunes dos Santos, da UNESP de Botucatu, explica que as atividades relacionadas às artes desenvolvem tanto a parte cognitiva quanto a emocional. “A arte, no geral, se conecta às nossas emoções e pode auxiliar a entender as situações e a curar traumas, entre tantas outras coisas”, diz. De acordo com a especialista, é importante que os pais diversifiquem as atividades que oferecem aos filhos, desde que não seja uma imposição. “O tipo de atividade artística que mais desenvolve a cognição é aquele que a criança gosta mais”, diz.

A interação com os pais

Quase todas as atividades listadas acima fazem parte da grade escolar de crianças em idade pré-escolar. Porém, existe um motivo fundamental que explica por que seus benefícios são maiores quando praticadas em casa: o envolvimento dos pais. “Os pais devem ser parceiros nesse processo de aprendizagem. A participação deles nas atividades das crianças traz aproximação, melhora a comunicação da família, o engajamento, desperta a curiosidade e estimula o desafio”, diz a psicóloga e pedagoga Marta Ramos Cesaro, do Colégio Nossa Senhora do Morumbi, em São Paulo.

Além disso, apresentar coisas novas aos filhos contribui para aumentar o repertório em todos os sentidos. Quando você colocar uma música para a criança, por exemplo, em vez de simplesmente ouvi-la, você pode incentivá-la a apurar os ouvidos para escutar os diferentes instrumentos que compõem a melodia, como violão, bateria, baixo, violino. Pode também ajudá-la a entender o que aquela música está querendo dizer. De acordo com a especialista, um exercício como esses ajudam também a desenvolver a concentração e a atenção da criança.
Ao dar um livro na mão do seu filho, você percebe que ele balbucia palavras como se estivesse lendo. Se estiver na fase de alfabetização, ele o lerá de fato. Porém, nesse caso, a mediação dos pais é também fundamental, como explica Marta: “Para garantir que não seja apenas uma prática da leitura, o adulto pode ajudar a criança a entender as palavras, contextualizar a história e interpretar o texto. Quando a gente consegue trabalhar na mensagem daquele texto, o exercício fica muito mais rico e prazeroso para pai e filho”.
É a mesma coisa quando você leva seu filho ao cinema ou ao teatro. Um passeio como este por si só já é gostoso para a criança, mas você pode extrair o máximo dele tanto fazendo da preparação um momento especial – chame a criança para escolher com você o tipo de atividade cultural que deseja fazer – até a hora da saída, na qual você pode estimular a reflexão dela perguntando o que ela entendeu da história que acabou de ver e quais elementos fizeram com que ela gostasse ou não daquilo. A criança vai desenvolvendo o olhar, aprendendo a refletir e a prestar atenção nos detalhes. Pequenas conquistar como essas vão fazer uma diferença enorme lá na frente.

A gente bem sabe que no mundo real, tão corrido e cheio de obrigações e trabalho, nem sempre você vai estar física e mentalmente disponível para oferecer o melhor de cada momento com as crianças. Por isso, o exercício aqui é pensar no “como”: como você gasta o tempo em casa com seu filho, como você apresenta coisas novas, como você deixa marcas na vida dele. Se as respostas não forem satisfatórias, é hora de mudar. Lembre-se de que só compreendemos as coisas que são significativas. E nunca é tarde para isso!

Fonte: http://zip.net/bvnmg3

Adaptado pela Profª Heloisa Moser Bittencourt

Amamentação: Por que é importante amamentar o bebê? Por quanto tempo? Qual a melhor posição?

O leite materno é o alimento ideal, pois é completo: contém todos os nutrientes necessários nos primeiros seis meses de vida, garantindo o melhor crescimento e desenvolvimento do bebê. Além disso, protege a criança contra doenças, principalmente diarreia, alergias e infecções (por isso, também é considerado a “primeira vacina”). Proporciona, ainda, mais segurança pela troca mútua de carinho, aumentando o laço afetivo entre a mãe e a criança e fazendo o bebê se sentir amado e seguro. Por outro lado, a eliminação de seus resíduos não sobrecarrega o organismo do bebê, como acontece com o leite de vaca. Ainda, sugar o peito contribui para a criança ter dentes bonitos, desenvolver a fala e ter boa respiração. O leite materno é digerido com mais facilidade e é melhor aproveitado que o leite industrializado. Além disso, é limpo e não contém micróbios, pois vai direto do peito para a boca do bebê, está sempre prontinho e na temperatura certa. Em resumo: nenhum outro alimento é capaz de substituir o leite humano.

 

O aleitamento materno ideal deve ser exclusivo e por livre demanda do bebê por seis meses e pode ser continuado até o 2º ano de vida ou mais, se a mãe e a criança assim o desejarem. O bebê só precisa ser alimentado no peito, quando e enquanto manifestar essa vontade, isto é, sem horários fixos nem para iniciar, nem para terminar cada mamada. Não há necessidade de oferecer água, chá nem suco, mesmo nos dias mais quentes do verão. O leite materno contém todo o líquido necessário. Após o 6º mês, outros alimentos deverão ser introduzidos, sempre com a orientação do pediatra.

 

A melhor posição para amamentar será aquela em que a mãe se sentir mais confortável em relação aos seus braços, costas e pés, inclusive com ajuda de travesseiros ou almofadas, se forem necessários. Os princípios básicos da posição adequada do bebê são: corpo da criança totalmente de frente para o da mãe, cabeça e corpo alinhados (sem rodar a cabeça), barriga encostada na barriga, queixo do bebê encostado na mama. O bebê deve estar aconchegado, com a cabeça e o corpo envolvidos pelo braço da mãe, de modo que a cabeça fique apoiada na dobra do cotovelo da mãe.

 Fonte: http://migre.me/eeczQ

 Adaptado pela profª Heloisa Moser Bittencourt

Leitura para bebês

 

O que é que pode ao mesmo tempo entreter o bebê, ajudá-lo a conquistar novas habilidades, tornar sua imaginação mais fértil, deixá-lo mais independente e, de quebra, criar rituais muito particulares e ricos com os pais? Se você pensou em um livro de histórias, acertou em cheio. Ler para bebês, mesmo antes de terem nascido, assim como apresentar livros para as crianças logo nos primeiros anos de vida, significa oferecer a eles uma cesta de benefícios embutidos em páginas coloridas, não importa se são de papel, plástico, tecido… “Ainda na barriga, o bebê pode ouvir histórias contadas pela mãe. Ele é um leitor ouvinte nessa fase, claro. Escutar a voz cadenciada da mãe é sempre um prazer para o bebê, que começa a ouvir ali pela 20ª semana da gestação”, diz a psicóloga e psicopedagoga Melissa Blanco. Segundo ela, é um princípio semelhante ao de oferecer música aos ouvidos do feto. “Claro que o bebê não vai entender a história, mas não é esse o ponto. O importante é aproveitar a oportunidade para criar um delicioso ritual entre a mãe e o bebê e ao mesmo tempo acostumá-lo com sua voz.”

 

Primeira infância

Diferentemente do que muitos pais acreditam, o livro oferece mais do que treino para a alfabetização. É uma atividade completa: ajuda a conhecer costumes, idiomas e a riqueza que o mundo oferece. Quanto mais cedo começar, mais curiosa e preparada para conviver com as diferenças será a criança. “A leitura na primeira infância deve ser entendida como uma das necessidades básicas, fundamentais a serem supridas mesmo antes do nascimento”.

Quando o bebê cresce, permitir que manuseie o livro é fundamental. “Nessa fase, ele aprende pelos sentidos, leva tudo à boca, precisar tocar, sentir para aprender. Os livros são ideais para ajudá-lo a diferenciar texturas, formas e cores. Há obras muito boas para essa fase”, orienta Melissa. A leitura é também perfeita para colaborar com rituais importantes na primeira infância, como o de dormir. A criança associa a leitura com um momento que é dela e da mãe ou do pai, e sabe que antes de dormir terá direito a esse momento e a uma historinha. “O conhecimento do mundo chega para as crianças da primeira infância por meio dos sentidos e do afeto. A leitura resolve suas duas necessidades”, destaca o pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein Oscar Tadashi Matsuoka.

 

Para Maria Letícia, a leitura sem dúvida cria cumplicidade com os adultos, mas ela acredita que os livros são tão importantes que sejam um fim em si mesmos. “Mais do que preparar para uma outra fase, a leitura cria expectativa, encantamento, provoca hipóteses sobre a história, cria mistério. Tornar-se leitor, mesmo sem saber ler, causa prazer”, diz ela. As publicações mais lúdicas, como livros de plástico para o banho, com brinquedinhos, que tenham sons e texturas, são as mais adequadas para o primeiro ano. “É uma fase em que a criança ainda não entende histórias, mas é o momento em que ela deve ser estimulada e incentivada com seus recursos: os sentidos”, afirma Melissa. A partir do segundo ano, a criança já pode receber informações mais definidas e sofisticadas: as cores, as formas, as texturas e seus nomes e palavras simples devem fazer parte de sua biblioteca. É quando ela começa a ensaiar as primeiras palavras e a decodificar o mundo.

 

Diversos formatos

Questões específicas que estão sendo trabalhadas pelos pais também podem ser reforçadas. Uma criança que vai ganhar um irmãozinho, por exemplo, costuma se beneficiar com livros em que o personagem também convive com a chegada de um segundo bebê. “Mas isso só vale para questões específicas que a criança esteja vivenciando. Se for algo abstrato, que não esteja no seu dia a dia, ela não vai entender”, alerta a psicopedagoga Melissa.

 

Montar uma biblioteca desde a primeira infância é um passo importante para a familiarização das crianças com os livros e para ajudar a incorporar a leitura ao seu cotidiano. O mercado oferece muitas opções e possibilidades, mas sempre é bom pensar em estilos, formatos e gêneros diversos. “Nada melhor do que crescer em contato com múltiplas manifestações artísticas e culturais. Para isso, os clássicos, dos mais antigos aos mais contemporâneos, nacionais e internacionais, são sempre um bom começo”, finaliza Dolores.

 

Primeiras páginas

Uma boa dica para formar a biblioteca é conhecer diferentes autores e suas obras. Como há excelentes escritores nacionais, vale a pena investigar e procurar em revistas e blogs especializados em literatura infantil. Navegar pelo site das editoras também ajuda a escolher.

Fonte: http://migre.me/dwkdS

 Adaptado pela Profª Heloisa Moser Bittencourt