4 palavras que te ajudarão a criar e cultivar vínculo entre pais e filhos

As dicas foram criadas por Traccy Hogg e Melinda Blau, do livro A Encantadora de Bebês

A chegada do bebê muda a vida do casal, transforma a família. Normal! Mas, em alguns casos, mães e pais sentem-se perdidos quando o assunto é manter a autoridade diante das crianças sem ser autoritarista ou até grosseiro com os filhos. No livro Mais Segredos da Encantadora de Bebês – Para Crianças de 1 a 3 anos, as autoras americanas Tracy Hogg e Melinda Blau falam sobre uma técnica (vamos chamar assim) que pode ajudar os pais a manterem-se firmes sem deixar o vínculo com os filhos em segundo plano.

HELP : é um acrônimo, isso porque, para as autoras, uma sigla ajuda os pais a guardarem a informação de forma mais precisa e fácil. O termo propõe lembrar os pais sobre os quatro fatores que ajudam a criar e cultivar o vínculo, manter a criança longe do perigo, e ao mesmo tempo, apoiar o crescimento e independência. Os itens são uma tradução, por isso não necessariamente cada um deles formará a palavra HELP, mas vale memorizar:

  1. H (Hold yourself back):

Contenha-se. Quando você se contém, você colhe informações, presta atenção, escuta e absorve. Assim, é mais fácil entender quem é seu filho, quais são suas necessidades e como ele interage com o mundo. Com esse movimento, você também mostra a ele que confia nele. Claro que se no momento do susto ou na correria você vai interferir para ajudá-lo ou até livrá-lo de situações perigosas. Mas, no geral, observe e entenda quais são as situações realmente perigosa.
 

  1. E (Encourage exploration):

Incentive a exploração. Incentive que ele explore situações, conheça pessoas novas e até ideias diferentes. Não é se afastar e deixar que ele faça tudo por si só. Você ainda estará por perto e ele saberá disso no momento em que virar para trás para te mostrar suas novas descobertas.

  1. L (Limit):

Defina limites. Isso não significa limitar a criança, muito pelo contrário! Ao definir limites você está mostrando regras e, mais, afirmando seu papel de pai e de autoridade naquele momento. Você é o adulto, ele é a criança, ele ainda não pode ser o responsável por si (nem você quer isso), portanto mostre quais são as situações que podem prejudica-lo fisicamente ou até emocionalmente.

  1. P (Praise):

Elogie. Sem essa de que não podemos elogiar nossos filhos! Podemos e devemos, claro. Ao fazer isso você está reforçando a aprendizagem, o crescimento e os comportamentos positivos. Segundo as autoras, ao elogiar seu filho, ele se ficará mais receptivo ao que você diz.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

Paternidade: deixe o pai ser pai e cuidar do bebê

Sim, os homens podem fazer tudo bem diferente das mulheres no que diz respeito aos cuidados com os filhos. Mas, acredite, é importante para a criança ter momentos de atenção, seja no banho, na hora de brincar ou no jantar, tanto do pai quanto da mãe, e de formas distintas. Por isso, relaxe e deixe com ele!

* Delegue o banho do bebê – sem prestar atenção aos métodos dele. Essa é uma boa oportunidade de contato entre filho e pai, já que ele não amamenta.
* As brincadeiras paternas são estabanadas? Releve. A contrapartida é que seu filho vai ter momentos de diversão incomparáveis. E, longe da proteção materna, terá oportunidade de desenvolver a autonomia.
* O pai é, sim, capaz de oferecer as refeições ao filho. Mesmo que a roupa da criança ganhe muitas  manchas  – enquanto isso, você tem a chance de jantar sentada, com garfo, faca…
* Fazer seu filho dormir… Bem… Se ele conseguir essa proeza, o céu será seu limite: o tempo economizado pode render um banho demorado, novela, depilação…
* A seleção de rock que ele adora, as habilidades no futebol… Já pensou o quanto isso tudo pode agregar ao repertório do seu filho? Permita que eles tenham momentos só deles e faça retiradas estratégicas.

 Adaptado pela Profª Heloisa Bittencourt Eger

Fonte: http://migre.me/tYsDd

 

 

 

10 filmes para assistir em família

Selecionamos 10 famílias do cinema – de todos os tamanhos e estilos – para você dar o play e curtir com a sua própria família

O Oscar desse ano está chegando. E, para comemorar, relembramos algumas famílias clássicas do cinema. Algumas engraçadas, outras inspiradoras… O que importa mesmo é que família é tudo!

  1. Rei Leão
    O 32º longa de animação da Disney foi lançado em 1994 e logo se tornou um sucesso de bilheteria, chegando ao 2º lugar da história. Além disso, venceu 2 Oscars: Melhor Canção Original (Can You Feel the Love Tonight?”, de Elton John e Tim Rice) e Melhor Trilha Sonora Original. Conta a história de um leão que precisa aprender a ser rei após a morte de seu pai, o então rei Mufasa, que foi planejada por Oscar, seu tio invejoso e sedento por poder. Mostra o valor da amizade, da importância da família e união.
  2. Pequeno Nicolau
    Comédia francesa lançada em 2009 conta a história do pequeno Nicolau e sua família, que têm uma vida tranquila. Tudo muda quando Nicolau, que é filho único, começa a desconfiar que seus pais terão outro filho. Sem saber se isso seria bom ou ruim, conta para seus amigos da escola, que o alertam: ele precisava bolar um plano para sumir com seu irmão assim que ele nascesse. O resultado é um filme divertidíssimo.
  3. 12 é demais
    Pense numa família grande. Agora pense numa família com 12 filhos de diferentes idades, com diferentes objetivos e manias vivendo juntos numa casa. Imaginou o resultado? Só pode ser uma comédia daquelas para ver com toda sua família, independente do tamanho dela. Lançado em 2003, o filme conta com Steve Martin no papel do pai e Bonnie Hunt como a mãe. Ambos têm que comandar essa família, além de cuidar de seus interesses pessoais.
  4. Os meus, os seus, os nossos
    Frank é um viúvo que tem – acredite – oito filhos. Depois de 30 anos, ele reencontra Helen, uma namorada de infância que também é viúva e tem 10 filhos. Eles decidem se casar, mas as famílias não se dão muito bem morando juntas. Para tentar resolver o problema e finalmente se sentirem como uma família só, Frank e Helen criam um plano de ação que contará com a ajuda de cada um dos 20 membros dessa família!
  5. Simpsons – O Filme
    Adapatado da série de sucesso na TV, Simpsons – O filme foi finalmente lançado em 2007, depois de algumas tentativas frustradas de levá-lo para o cinema. Tudo acontece na cidade de Springfield, onde mora  família Simpson. Após Homer, o pai da família, poluir um lago da cidade, um grande desastre acontece e faz com que toda a população se junte para se vingar dele. Para conter os estragos, é construída uma redoma em volta da cidade, o que isola os moradores de Springfield do resto do mundo, o que causa mais revolta na cidade.
  6. Meu Malvado Favorito
    Lançado em 2010, tem como personagem principal o peculiar e ambicioso Gru, que sempre tem ideias mirabolantes para ser o maior vilão da história. Após descobrir que as pirâmides do Egito foram roubadas, ele decide que vai roubar nada mais, nada menos que a lua. Para realizar seu projeto, ele conta com a ajuda dos monions, seus fiéis escudeiros amarelos, e de uma raio encolhedor. Porém, após ter o tal raio roubado, ele tem um mirabolante ideia após ver 3 meninas órfãs vendendo biscoitos na rua. Ele as adota, começa a colocar seu plano em prática e percebe, aos poucos, que essas meninas não seriam apenas parte de um plano.
  7. Pequena Miss Sunshine
    Essa comédia americana lançada em 2006, é daquelas que conforta qualquer um que assiste: não é só sua família que tem uns parafusos a menos! Em meio a fracassos, frustrações e muitos problemas, uma situação faz com que todos esqueçam as diferenças a fim de uma só causa: ajudar a caçula da família, a desastrada Olive, a vencer um concurso de beleza para meninas pré-adolescentes. Isso tudo acontece com a ajuda de uma kombi amarela caindo aos pedaços. Imperdível!
  8. O Mentiroso
    Jim Carrey é Flether Reede, advogado bem sucedido e pai de Max. Reede é um mentiroso compulsivo, o que levou ao fim de seu casamento e o afasta a cada dia mais de seu filho. A aventura começa quando, no seu aniversário, Max faz um pedido inusitado que é imediatamente atendido: seu pai, advogado, não consegue mais mentir.
  9. A vida é bela
    A Vida É Bela é um filme italiano de 1997, dirigido e estrelado por Roberto Benigni. Ganhador dos Oscars de melhor ator principal (papel exercido pelo diretor do filme) e melhor filme estrangeiro em 1999, conta a história de Guido, um judeu que é mandado para um campo de concentração com seu filho e lá faz de tudo para que ele pense que está participando de um jogo.
  10. Diário de um Banana
    Baseado na série de livros de mesmo nome que é sucesso mundial entre as crianças e adolescentes, Diário de um Banana traz a história de Greg, um garoto prestes a ingressar no temido Ensino Fundamental II. Querendo ser parte da turma dos populares, Greg se mete nas mais diversas e divertidas confusões com seu melhor amigo Rowley. Como todo pré-adolescente, não gosta nem um pouquinho das exigências de seus pais.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

 

 

Passeios ao ar livre: que lanche levar?

Quando a família sai da rotina para passear em ambientes ao ar livre, como parques e praias, a alimentação também precisa ser adaptada, levando em conta a dificuldade em manter os alimentos acondicionados e o risco de deteriorarem. A solução, então, é recorrer àqueles industrializados que dispensam refrigeração, certo? Errado! É possível manter a qualidade das refeições, com itens naturais, mesmo fora de casa.

A primeira recomendação é levar uma garrafinha de água, segundo orienta o engenheiro de alimentos e doutor em nutrição, Guilherme Rodrigues, de São Paulo (SP).  “A água é insubstituível nessas situações por ser de fácil conservação e manter as crianças hidratadas, mesmo que estejam praticando atividade física intensa”. Sucos naturais e água de coco devem ser levados refrigerados em bolsas térmicas. Isso evita que atinjam a faixa de temperatura entre 6°C e 30 °C, favorável à proliferação de bactérias capazes de estragar o alimento rapidamente.

Se a ocasião pedir uma mamadeira em vez de alimentos sólidos – nos casos em que a criança tem mais de 2 anos ou, por algum motivo excepcional, deixou de mamar no peito antes disso  –, leve a fórmula e a água separadamente. É melhor que seu filho tome o leite na temperatura ambiente do que levá-lo preparado e morno, o que aumenta o risco de contaminação.

 

Fonte: http://zip.net/bysHQl

Adaptado pela Profª Heloisa Moser Bittencourt Eger

O papel dos pais no aprendizado escolar

O tempo passa depressa e agora nosso baixinho tem um mundo só seu – A escola! Lá vai ele de mochilinha, feliz da vida, brincar com os seus amigos e descobrir tanta coisa nova! É assim,” brincando”, que a escola abre esse mundo maravilhoso do aprendizado. Uma nova maneira de aprender é apresentada e o nosso pequeno passa a exercitar um novo papel: o de aluno.

E nós agora? Como acompanhamos e como ajudamos nosso pequeno aprendiz? Algumas dicas e regras são importantes: conheça esse novo mundo. Vá à escola, participe das reuniões, escute e procure a orientação que os profissionais podem oferecer. Assuma uma parceria com a escola, colaborando, sem interferir.

Proporcione um lugar tranquilo e um horário para que seu filho faça as lições de casa e organize o espaço e o material adequados. Não se faz lição vendo TV, nem com sono, nem com fome, nem na correria e nem na bagunça. O dever de casa deve ser curtido e ele existe, justamente, para que a escola e os pais possam acompanhar e avaliar o desenvolvimento da criança!

Procure compreender o valor do conteúdo que está sendo ensinado. Acompanhar, orientar, valorizar, incentivar cabem no nosso papel. Mas,  NUNCA devemos realizar as tarefas por eles, no intuito de que apresentem um resultado perfeito. O objetivo é o caminho que ele vai percorrer até o resultado.

A professora, mais do que ninguém, sabe quando teve “dedinho” de alguém e, se interferirmos a tal ponto, estaremos dando um atestado ao  nosso filho “de que ele não é capaz’! Lembro de um caso de um aluno que chegou na escola e disse para a professora: “Professora, meu desenho não era assim! Meu pai pintou um rabo no meu cavalo, mas o meu cavalo não tinha rabo”.

Deixe que a criatividade seja da criança, que ela mostre o que é capaz de fazer, tanto na escola quanto em casa. Observou alguma dificuldade? Recolha elementos e leve aos educadores. Acha que o dever está muito grande? Converse, pondere, fale com outras mães e com a professora. Temos essa possibilidade!

É um momento especial pra nós também. Não troque alguma coisa que seu filho adora pela hora do dever. Procure reavaliar suas atividades e deixar um horário razoável para esta tarefa. No início, ajude-o a se lembrar do horário, a ler a tarefa, pergunte se precisa de alguma coisa, demostrando atenção e carinho. Deixe, porém, que ele faça sozinho, para se concentrar e aproveitar melhor este momento.

Lembrem, sempre, que esse é o começo do novelo de uma vida longa de escolaridade e a nossa missão é tornar o caminho mais suave, mas deixando que eles mesmos aprendam a desatar os possíveis nós! E aí, vamos, de novo, aprender mais um pouquinho com os nossos baixinhos, que precisam se orgulhar e confiar em si mesmos por poderem aprender sozinhos!

 

Fonte: Tita Belliboni / http://migre.me/etZTQ

 

Adaptado pela Profª Heloisa Moser Bittencourt