Linda do começo ao fim

A maternidade vem acompanhada de grandes mudanças. No coração, claro, mas também no rosto, nos cabelos e no corpo

Basta descobrir a gravidez para o mundo ficar de cabeça para baixo. Você muda por dentro – o que é inevitável, definitivo e delicioso – e muda por fora. Mas aí não precisa ser definitivo, não. Hábitos saudáveis, como uma boa alimentação, exercícios físicos e cuidados com a pele, por exemplo, podem evitar mudanças indesejáveis. Sim, é necessário arrumar tempo para cuidar da aparência! São tantas as questões que aparecem na gravidez, que a gente acaba deixando isso em segundo plano. Mas uma grávida saudável e com boa autoestima com certeza será uma mãe muito mais feliz. Aqui, tudo o que você precisa saber para se cuidar e ficar ainda mais linda durante e depois da gravidez.

CABELOS

Durante a gestação, os hormônios trabalham, quase sempre, a favor dos fios. “Meu cabelo ficou lindo e cresceu muito”, conta a nutricionista Juliana Villar de Almeida, mãe de Maria Fernanda. Mais: o cabelo fica sedoso, fácil de pentear e praticamente não cai, conta o dermatologista e tricologista Valcinir Bedin, pai de Gustavo. Em compensação, algumas futuras mães podem sofrer com o excesso de oleosidade. “Há um aumento da produção de secreção pelas glândulas sebáceas, que pode aumentar a caspa”, explica o ginecologista e obstetra Jurandir Piassi Passos, pai de Isabella e Natalia. Alguns xampus indicados para o controle da caspa podem ser usados após a 12a semana de gravidez, mas vale consultar o seu médico. “O couro cabeludo absorve muito as drogas”, alerta Jurandir. Por isso, é importante ficar longe de escova progressiva e alisamentos. “As tinturas sem amônia estão liberadas a partir da 16a semana. Assim como as luzes, desde que não haja contato com a raiz”, diz a ginecologista, obstetra e tricologista Cláudia Leite Barbosa, mãe de Guilherme e Luísa.

Pós-parto

Após o nascimento do bebê, os fios vão pelo ralo, literalmente. “Três a quatro meses após o parto pode ocorrer uma grande queda dos fios”, explica o dermatologista Bedin. Tomar suplemento vitamínico até o final da amamentação ajuda, diminuindo a queda e facilitando a recuperação. Essa queda pode durar seis meses e deve ser generalizada. “Se for localizada ou se aparecer alguma entrada não é normal”, diz a ginecologista Cláudia Leite Barbosa. Anemia e tireoidite são exemplos de problemas no pós-parto, que podem contribuir com a queda. Já no salão, para ficar mais bonita durante a amamentação, tinturas sem amônia e luzes, sem contato com a raiz, estão liberadas. Pode marcar hora!

ROSTO

Sua pele não é mais a mesma… Mas cada uma muda de um jeito: tanto pode ficar mais seca ou mais oleosa do que antes. O importante é usar produtos de acordo com o seu novo tipo. Isso inclui maquiagem e protetor solar. Peles oleosas, por exemplo, pedem texturas mais leves, como géis e séruns. Além disso, a pele está mais sensível. “Para evitar reações alérgicas, prefira produtos hipoalergênicos, sem cheiro, corantes ou parabenos e, preferencialmente, de marcas conhecidas”, explica a dermatologista Luciane Scattone, mãe de Henrique e Leticia. Bloqueador solar com FPS acima de 30 é realmente indispensável o tempo todo, especialmente no rosto, pois até mesmo uma lâmpada é capaz de manchar a pele. “Os hormônios estimulam a pigmentação, por isso aparecem mais manchas”, explica Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein, pai de Mira, Marcelo e Marcos.

Também pode aparecer acne. “Meu rosto ficou cheio”, conta a DJ Caroline Campos, mãe de Aurora. De acordo com Eduardo, o aparecimento de espinhas está relacionado ao aumento da oleosidade e varia entre as mulheres. O tratamento deve ser local e com acompanhamento médico, pois o uso de ácidos deve ser evitado. “Muitos produtos não apresentam segurança, pois nunca foram testados em grávidas”, explica a ginecologista e obstetra Bárbara Murayama, mãe de Pedro. Para Caroline, o jeito foi manter a região sempre limpa usando sabonete.

Pós-parto
A maioria das manchas diminui ou até some no pós-parto. No caso de Caroline, a mancha que tinha aparecido na testa foi embora. As espinhas do corpo também sumiram rapidamente, mas as do rosto continuaram por um tempo. A boa notícia é que tem jeito! “Nesse período, o uso de produtos cosméticos e cuidados para pele passa a ser mais tolerado, pois não passa pelo leite. É o momento de um apoio do dermatologista”, explica Eduardo Zlotnik. E, se alguma mancha persistir, será necessário um tratamento com clareadores e laser.

Mas tenha paciência, controle a ansiedade. “Muitas dessas mudanças são transitórias e começam a sumir, em média, dois meses depois do nascimento do bebê”, explica a ginecologista e obstetra Bárbara Murayama. Algumas horas a mais de sono e um bom banho nessa fase do pós-parto são capazes de fazer milagres, assim como algumas receitinhas caseiras. Vale a pena deixar o bebê com alguém por um tempinho para se cuidar. “Compressa de camomila gelada na região dos olhos contrai os vasos dilatados e melhora a aparência das olheiras”, diz a dermatologista Luciane Scattone. Um zumbi a menos!

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

5 benefícios que a yoga pode trazer para sua gestação

Dentre outras vantagens, essa prática pode auxiliar a ter um parto seguro e saudável

Durante a gestação, a mulher passa por muitas transformações físicas e psicológicas. Neste período, a yoga é um exercício físico que pode trazer benefícios e ajudar a gestante a aceitar as mudanças no corpo e na mente, trazendo mais energia e disposição, e ainda tranquilizar quando chegar a hora do parto.

Para iniciar, o  ideal é consultar um médico e fazer as aulas de yoga com um instrutor especializado, que saberá indicar as melhores posturas e variações para cada caso. O mais importante é consultar seu médico sobre os exercícios que você pode fazer e sempre respeitar seus limites.

Carolina Jordan, instrutora de yoga, conta que praticou o exercício durante oito meses da gestação, focando mais nos agachamentos, exercícios pélvicos, meditação e respiração: “O resultado desse trabalho para mim foi uma enorme disposição durante a gestação e muita calma durante o parto”.

“Mãe e bebê estão profundamente ligados. Existem posturas que aliviam tensões, que relaxam, acalmam e equilibram o sistema nervoso. Assim, enquanto a mãe pratica, o bebê também recebe os benefícios”, explica Adriana Ambrósio, Coordenadora Nacional da Fundação Arte de Viver e professora de Yoga. Veja outras coisas que essa prática pode fazer pela sua gravidez:

  1. As posturas de yoga podem ajudar a ter um parto mais fácil 

No primeiro trimestre, opte pelas posturas que são feitas em pé, uma vez que elas ajudam a fortalecer os músculos das pernas, melhorar a circulação, aumentar a energia e podem também ajudar a reduzir as cãibras. Não pratique posturas de yoga que façam pressão no abdômen ou posturas difíceis, durante os estágios adiantados de gravidez.

  1. As técnicas de respiração auxiliam no relaxamento

O segundo e o terceiro trimestre são próprios para relaxar e trazer energia a partir das técnicas de respiração. Elas vão ajudá-la a lidar com suas mudanças emocionais e também a relaxar a mente. Quando você pratica as técnicas respiratórias, está oxigenando seu organismo. E quanto mais oxigênio para nossos órgãos, mais energia, disposição, entusiasmo, e clareza mental.

  1.  É importante para o bebê também!

Uma vez que mãe e bebê estão ligados, é muito importante que ela se sinta feliz, relaxada e em paz. Yoga e meditação vão ajudá-lo a ficar relaxado e animado.

  1. Pode ajudar a melhorar sua postura e o equilíbrio do corpo

Conforme o bebê fica maior, seu peso é sentido cada vez mais nas costas e nas pernas. Para evitar dor nas costas, é uma boa ideia conservar sua espinha, cabeça e pescoço alinhados. Quando ficar em pé, distribua o peso do seu corpo igualmente pelos dois pés. Cheque se você tende a inclinar-se mais para um lado só. Sente-se com as costas retas e o queixo levantado.

  1. Diminui o inchaço do corpo 

Os exercícios de respiração estimulam o coração a trabalhar mais rápido, aumentando a circulação do sangue e impulsionando o funcionamento dos rins. Isso minimiza a retenção de líquidos.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

O que ninguém te contou sobre o parto (e nós te contamos!)

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Confira algumas verdades sobre o trabalho de parto: o que é normal, o que não é normal e o que você pode esperar

Agora que você está grávida, provavelmente deve estar indo a aulas sobre dar à luz e lendo tudo o que pode sobre o trabalho de parto e o nascimento de um bebê. As aulas e os livros normalmente nos fornecem informações sobre o cenário todo, sobre o grande plano do nascimento e se esquecem de trazer os detalhes surpreendentes – e, muitas vezes, embaraçosos ou constrangedores.

Saber o que te espera vai te deixar menos estressada para esse momento, que a gente sabe que causa muita ansiedade nas mães. Mesmo quando programamos tudo, timtim por timtim, algumas etapas nem sempre saem como planejamos. Por isso, trouxemos para você as coisas que ninguém vai te contar e que acontecem com frequência entre o início de trabalho de parto e a chegada do bebê.

Pode ser que você vomite

Você sabia que vomitar durante o trabalho de parto é normal? Um dos motivos para isso é a anestesia, que pode causar uma queda na pressão arterial, chamada pelos médicos de hipotensão. O primeiro sinal é a náusea e o vômito, de acordo com David Birnbach, do departamento de anestesias da Universidade de Miami.

Você também pode sentir náuseas por causa da dor das contrações ou ainda pela comida não ter caído bem, já que, geralmente, o processo de digestão para durante o parto. Para reduzir a chance de vomitar ao mínimo, o bom é comer alimentos leves durante as primeiras fases do trabalho de parto e parar de comer por completo quando entrar em trabalho de parto ativo. Nessa hora, o ideal é beber apenas líquidos.

Você vai sentir calafrios

De acordo com David Birnbach, mais de 50% das mulheres se queixam de calafrios e daquela sensação de dentes batendo durante o trabalho de parto. Isso não tem nada a ver com frio. Na verdade, sua temperatura corporal pode subir um ou dois graus durante o parto, o que vai te fazer sentir um pouco de calor.

Os médicos ainda não chegaram a uma conclusão certa sobre por que os calafrios e a tremedeira acontecem, mas tudo indica que seja por causa da incompatibilidade sanguínea entre a mãe e o bebê.

É que uma pequena quantidade de sangue fetal acaba caindo na corrente sanguínea da mãe. Se os tipos de sangue da mãe e do bebê são diferentes, ou seja, se a mãe tem sangue tipo A e o bebê tem sangue tipo B, a mãe vai sentir alguns tremores e calafrios.

Você vai fazer barulhos estranhos

Como o bebê desce pelo canal da vagina, o ar vai ser forçado para sair por algum lugar. Provavelmente, pelo ânus. Outro efeito desagradável: pode ser que você sinta vontade de fazer cocô na hora do parto, por uma simples questão de espaço.

Seu corpo estava acostumado a trabalhar de um jeito. Conforme o bebê vai crescendo, esse jeito de trabalhar vai sendo refeito aos poucos. De repente, o bebê começa a se mexer e o intestino vai perder espaço durante essa movimentação.

À medida que a cabeça do bebê passa pelo canal vaginal, o intestino fica achatado e o que estiver ali é empurrado para fora. Por isso, algumas vezes antes do parto é realizada a lavagem intestinal: a grávida toma algum laxante para evacuar e evitar esse momento desagradável.

Você vai agir como uma lunática

Durante o trabalho de parto, você vai se ver gritando, chorando, suando e xingando seu marido ou o médico. Todas essas reações são uma resposta à dor e à exaustão do momento. Seus hormônios também são culpados por esse comportamento, que afeta até as mulheres mais calmas.

O trabalho de parto provoca uma mudança nos níveis de estrogênio e progesterona, e a reação do corpo é semelhante a uma TPM intensa. Mas não se preocupe, os médicos e enfermeiros também são treinados para lidar com isso e estão acostumados.

Você pode amenizar esses quadros frequentando um curso de gestante. Mas nada pode garantir que você não vá esquecer tudo o que aprendeu. Relaxe, esse momento é só seu.

Pode ser que não seja amor à primeira vista

Depois de horas em trabalho de parto, de chorar, gritar, ver pessoas entrando e saindo da sala e finalmente dar à luz, você estará exausta e precisará de tempo para se recuperar. Além disso, até aquele momento seu bebê não era um ser humano que dependia de você, ele estava dentro de você.

Sua percepção de mundo vai mudar e não se sinta mal se a primeira vez que você segurar seu bebê não resulte em uma sensação de esmagadora alegria. O cansaço vai te vencer nessa hora.

Por isso, se você puder, amamente a criança, coloque-a perto de você por alguns minutos e entregue para a enfermeira levá-la para o berçário do hospital. Depois de uma hora mais ou menos, você estará mais disposta para receber seu bebê e curtir esse novo momento.

O trabalho de parto é difícil para os maridos também

Se o pai do bebê for acompanhar o trabalho de parto, ele também vai passar por momentos intensos: o bip desesperador do monitor fetal, os seus fluidos corporais, suas emoções em montanha-russa, tudo isso acontecendo e seu marido não pode fazer nada a não ser esperar.E rezar para dar tudo certo no final.

Algumas vezes, os médicos pedem para os pais saírem da sala de parto, porque ver a mulher passar por muita dor pode deixar o homem perturbado e até mais nervoso do que a grávida.

Se você suspeita que seu marido possa não ter estômago forte para o trabalho de parto, considere a possibilidade de levar outra pessoa junto, de preferência alguém que já tenha passado por um parto e saiba exatamente o que esperar.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br/wp-content/uploads/2015/12/2_shutterstock_150414377.jpg

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

 

Amamentar evita uma nova gravidez? A gente te explica

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As oscilações hormonais modificam o ciclo menstrual

Normalmente, as mulheres que estão amamentando sofreram alterações hormonais que impedem a gravidez. “Quando a mulher está em amamentação exclusiva, geralmente ela não ovula. Pode acontecer de escapar uma ovulação, mas não é o comum”, esclarece Heloisa Brudniewski, ginecologista e obstetra, mãe de Carolina e Isabela.

O aumento da prolactina, que estimula a produção de leite, é o principal responsável por isso. No entanto, podem ocorrer algumas oscilações nos hormônios que fazem a mãe voltar a ovular e, consequentemente, conseguir engravidar. “Quando as mamadas começam a ficar espaçadas, período em que se inicia a introdução de alimentos para o bebê, ela volta a menstruar e ovular”, afirma a especialista.

Para saber se você voltou a ovular, seu corpo dá alguns sinais. O muco cervical, que é a saída de um fluido gelatinoso e transparente, por volta do 14º dia do ciclo, é um sinal positivo. Além disso, o aumento da temperatura vaginal nesse período também é um indício. Quando os ciclos menstruais são regulares, normalmente a mulher está ovulando no meio do ciclo. Também existem testes salivares e de urina que podem ajudar a saber se você está no período fértil ou não.

As chances de engravidar na amamentação exclusiva são bem menores.

É importante se atentar aos métodos contraceptivos que estão liberados no período da amamentação. Segundo a médica, as pílulas combinadas, que contém estrogênio e progesterona, não podem ser utilizadas. Quem opta por esse meio, pode usar somente pílulas continuas de progesterona. Outras formas permitidas são o DIU hormonal ou de cobre e preservativo. Fale com seu médico para saber qual é o mais recomendado para você.

“Sendo assim, no período de amamentação é mais difícil engravidar, mas não impossível. Se a mulher não deseja uma nova gravidez nesse momento o mais seguro é fazer uso de métodos contraceptivos indicados pelo médico”, finaliza a médica.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br/wp-content/uploads/2016/03/engravidar-durante-amamenta%C3%A7%C3%A3o.jpg

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

 

Licença-maternidade: a importância para a mãe e o bebê

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No Brasil, a licença-maternidade foi introduzida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em 1943. Na época, a mulher tinha direito a quatro semanas antes e oito depois do parto. Com a Constituição Federal de 1988, a licença foi ratificada como direito social e passou a ter duração de 120 dias. Atualmente, órgãos públicos e algumas empresas particulares concedem seis meses de afastamento. “Apesar de ser um direito, ainda há muita pressão para que as mulheres retornem logo a seus postos de serviço sob pena de perderem seus empregos”, avalia Rosane Silva, secretaria nacional da mulher trabalhadora da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Ideal mesmo é que todos respeitassem, pelo menos, o tempo mínimo de licença-maternidade, já que inúmeros estudos comprovam a importância da amamentação. “Além de o leite materno possuir todos os nutrientes importantes para o desenvolvimento do bebê, ele tem menos riscos de infecção em geral, doenças respiratórias e também auxilia na digestão da criança”, certifica o Felipe Lora, pediatra do Hospital Infantil Sabará. O médico acrescenta os benefícios para o bebê de ter uma mãe disponível durante a licença-maternidade. “Trata-se de uma mulher mais atenta ao desenvolvimento do filho e isso fica evidente nas consultas pediátricas.”
Ainda vale ressaltar que o pós-parto é reconhecido por especialistas como o período de maior vulnerabilidade na vida da mulher para o aparecimento de transtornos psiquiátricos. Como a saúde da mãe é essencial para o bem-estar do bebê, é fundamental que ela tenha toda a assistência da qual necessita durante esse tempo. “É importante ter disponibilidade física e emocional para atender às necessidades do recém-nascido”, explica a psicóloga Maria Cecília Schettino. “O contato com a mãe estimula as conexões neurais no cérebro do bebê, que faz com que o bebê se sinta seguro, acolhido e amado, condições para que uma inteligência emocional que trará consequências positivas por toda sua vida, em todas as relações.”

Adaptado pela Profª Heloisa Bittencourt Eger

Fonte: http://migre.me/tqAxW