Bebês prematuros precisam estar em contato com os pais desde o nascimento

A pesquisa revela que nada é mais saudável do que o toque entre a pele dos bebês e dos pais. Mas a imagem já diz muito mais do que a pesquisa: amor só faz bem

Essa imagem emocionante foi feita na Suécia, na cidade de Uppsala, com bebês que nasceram prematuros pesando apenas 700 gramas. Além da pele da mãe, o contato com a pele do irmão mais velho e do pai também participam da recuperação dos recém-nascidos. Essa foto foi apresentada como parte de uma pesquisa que revela a importância do toque para os bebês prematuros.

Estar em contato com os pais é melhor para regular a temperatura do que a incubadora neonatal, ajuda os bebês a respirarem melhor, ficarem mais tranquilos e ganharem peso mais rápido. O estudo também mostra que a flora bacteriana dos pais, quando comparada ao hospital, reduz o risco de infecções que podem ser graves para bebês tão frágeis. No Brasil esse método é conhecido como Canguru e faz muito sucesso entre as UTIs neonatais.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

 

Hora do banho: saiba quais são os cuidados com a moleira do bebê

 

Os cuidados com a moleira dos bebês estão entre as principais preocupações dos pais, especialmente daqueles que, pela primeira vez, encaram a jornada da maternidade, ou paternidade. Sobre esse assunto, uma das principais dúvidas surge na hora do banho: esfregar o cabelo traz algum risco à moleira?

De acordo com a neuropediatra Silvana Frizzo, do Hospital Infantil Sabará (SP), não há necessidade de cuidados especiais, mas é preciso delicadeza para higienizar os cabelos do bebê. “No banho, devemos lavar com cuidado, passando a mão, sem fazer força.”

O ideal, diz Silvana, é segurar a cabeça da criança por trás com uma mão e com a outra passar o xampu suavemente. Depois, fazer uma espécie de concha com a mão para jogar a água delicadamente e retirar o produto.

Espaço para o cérebro

A moleira, também conhecida como fontanela (nome científico), é o espaço entre os ossos da cabeça, que, por sua vez, permite que o cérebro cresça embaixo da calota craniana. Dessa forma, o osso vai crescendo junto com o cérebro sem restringir seu tamanho. Outra função é auxiliar na moldagem da cabeça do bebê na hora do parto, quando ele passa pelo canal vaginal.

Normalmente, o bebê nasce com duas moleiras, uma no alto do crânio, seguindo a linha de uma orelha a outra; e a segunda, três dedos acima do ossinho que sai da nuca para a cabeça. No geral, a moleira da parte de trás está fechada no nascimento. Mas, se aberta, explica a médica, fecha até o terceiro mês de vida. Já a fontanela anterior, nome científico da moleira que fica no topo da cabeça, começa a fechar no nono mês de vida. A partir daí, é possível esfregar os cabelos do bebê um pouquinho mais para tirar a sujeira.

Quando se preocupar

Ainda que seja fonte de angústias para muitos pais, a moleira só deve causar preocupação ao demonstrar que algo não está bem no cérebro da criança. “Se abaulada e associada a febres e vômitos pode significar meningite. Se não tiver febre, mas ainda assim for abaulada, pode indicar hipertensão intracraniana, após um traumatismo, por exemplo. Quando afundada mostra que o bebê está desidratado”, alerta Silvana. Porém, só um médico pode fechar qualquer diagnóstico. Por isso, é tão fundamental manter a rotina das consultas com o pediatra, já que ele vai medir o tamanho da cabeça do bebê e avaliar as moleiras, que indicam se o seu filho está se desenvolvendo bem.

Fonte: http://migre.me/tYVsa

Adaptado pela Profª Heloisa Bittencourt Eger

Bebê amarelado: Conheça a icterícia neonatal e saiba qual é o tratamento

O banho de luz é a técnica mais indicada depois do diagnóstico

Você já deve ter visto um “bebê amarelinho” nos primeiros dias de vida. Este quadro se chama icterícia neonatal e resulta em uma coloração amarelada nos olhos e na pele. Segundo Clery Bernardi Gallacci, mãe de Fernando e Luca, pediatra do Hospital e Maternidade Santa Joana, ela acomete entre 60 e 80% dos recém-nascidos.

A causa é presença de um pigmento chamado bilirrubina no sangue do bebê. Normalmente, ele é produzido e eliminado nas fezes e na urina poucos dias após o nascimento. Porém, alguns fatores podem colaborar para o excesso da produção e isso pode dificultar a eliminação pelo organismo, por exemplo: incompatibilidade sanguínea da mãe e do bebê, mãe com diabetes gestacional ou prematuridade.

Diagnóstico

Nas maternidades, diariamente os pediatras checam os olhos e a pele à procura da icterícia, atentos aos sintomas. O pediatra Claudio Len, pai de Fernando, Beatriz e Silvia, afirma que se ela for detectada nas primeiras 24 horas de vida, é considerada precoce e pode estar relacionada em problemas de incompatibilidade sanguínea entre a mãe e o bebê.

Ela também pode aparecer no segundo dia, mas, neste caso, costuma ser mais leve. O momento mais importante para prestar atenção é durante as primeiras horas. “Cerca de 6 a 8% dos bebês com icterícia atingem nível para tratamento. Devemos lembrar que a bilirrubina é um antioxidante natural para o bebê e seu excesso é que faz mal”, explica Clery.

A fototerapia deve ser realizada na maternidade.

Tratamento

Para medir os níveis do pigmento no sangue: os médicos podem utilizar um aparelho que verifica através da pele ou por meio da dosagem no sangue, que garante maior precisão. O tratamento indicado é a fototerapia, baseada na relação entre o tempo de vida do recém-nascido e a quantidade da bilirrubina, pois o que é bom para um bebê não é para o outro necessariamente.

Os pais não precisam ficar preocupados, porque a fototerapia (conhecida como banho de luz) é indolor e segura, mas deve ser realizada pelo médico. Após alta hospitalar, é muito incomum que o recém-nascido precise de reinternação (ocorre apenas em 1 a 2% dos casos, de acordo com a pediatra). O ideal é que a primeira consulta pediátrica após sair maternidade entre 48 e 72h para uma nova reavaliação.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

 

 

Você já abraçou seu filho hoje?

As primeiras interações de vida do bebê com o ambiente e as pessoas que o cercam vão moldar o indivíduo em que ele se tornará ao crescer. E os gestos de carinho são fundamentais não apenas para deixá-lo mais seguro, como também mais inteligente.

“Um abraço se estende além do contato físico. O contato pele a pele transmite calor e aguça diversos sentidos, como o tato, o olfato e a audição (esses últimos, pela proximidade). E assim, ocorre a liberação de substâncias que promovem o bem-estar”, explica o psicobiólogo Ricardo Monezi, especialista em medicina do comportamento da Unifesp. É por isso que, de acordo com o especialista, ao receber uma vacina no colo dos pais o bebê tende a chorar menos, o que também já foi comprovado cientificamente. Então já sabe, quando o assunto é abraço, não existe contraindicação.

E se meu filho recusar?

O abraço pode e deve ser dado aos pequenos sem moderação – esqueça aquela história de que eles podem ficar mimados por causa disso. E é especialmente recomendado em momentos que eles demonstram fragilidade ou medo, como durante uma tempestade, numa festa com estranhos, no escuro ou no primeiro dia de aula. No entanto, algumas crianças podem ser mais esquivas do que outras, e está tudo bem. Normalmente, de acordo com o especialista, ela aceitará e retribuirá afeto, mas é preciso respeitar o tempo de cada um.

 

Adaptado pela Profª Heloisa Bittencourt Eger

Fonte: http://migre.me/sObMB

Conjuntivite no bebê…

Os olhos do bebê recém-nascido são muito delicados. Ao nascer à enfermeira aplica uma pomada com antibiótico para prevenir infecções oculares graves que podem inclusive provocar cegueira. Por isso, os olhinhos do bebê nas primeiras horas estão tão brilhantes e de cor um pouco amarela. Em geral, é pomada de clortetraciclina. Mas, o que acontece se o bebê tem uma secreção amarelada nos olhos?

Os olhos do bebê devem ser lavados com água morna durante o banho ou asseio diário. De vez em quando podemos utilizar toalhinhas oculares, especialmente indicadas para a higiene dessa parte do corpo.

Sempre que virmos secreções, ainda que sejam clarinhas, devemos limpá-las com soro fisiológico e com uma gaze estéril. Não acontece nada se o fizermos várias vezes ao dia. 

Se a secreção for amarelada ou esverdeada devemos consultar o nosso pediatra. O especialista indicará alguma pomada ocular com antibiótico para aplicá-la nos olhinhos do bebê.

Se esta secreção é muito frequente e o bebê lacrimeja constantemente, devemos consultar com o pediatra, que provavelmente vai nos encaminhar a um oftalmologista para uma melhor avaliação. É provável que o bebê tenha uma obstrução do canal lacrimal, algo muito frequente nos primeiros meses de vida e que pode ser resolvido espontaneamente.

De todas as formas a gente pode ajudar dando massagens suaves com a ponta dos dedos no ângulo interno do olho, tanto no superior como no inferior. Se ainda assim, após alguns meses, não se resolver, é provável que o oftalmologista tenha que fazer uma pequena intervenção para desobstrui-lo com uma sonda especial.

Fonte: http://zip.net/byrhPj

Adaptado por Profª Ana Paula Camargo Petroski