Como conciliar filho e trabalho?

Os pais (pai e mãe) exercem uma importante função na estruturação da personalidade dos seus filhos. Acontece que boa parte dos pais passa horas em seus empregos, afastando-se assim do lar. E isso é um problema. É inquestionável que esse “abandono” de alguma forma repercute na formação da identidade da criança.

Ao chegarem em casa, os pais devem privilegiar o convívio, contar e escutar com interesse as experiências vividas pela criança. Sempre de forma natural.

“Há de fato a necessidade de compensar a criança afetivamente, aproveitar esses momentos para dar amor e atenção, entretanto isso não pode ser uma obrigação, pois a criança tem uma sensibilidade muito grande que capta a falta de prazer dos pais neste momento, podendo interpretar isso como falta de amor ou como ‘eu atrapalho”.

Com atitudes espertas, os pais podem agradar a criança sem obrigatoriamente brincar com ela. Um exemplo é o pai que chega cansado do serviço e quer descansar assistindo a um programa televisivo.

Peça para ela brincar pertinho de você que será muito melhor. “A espontaneidade na relação é muito importante, não se deve agir temendo que esteja errando, viver na culpa. Não se culpem por trabalhar para dar conforto e segurança para seus filhos”.

Educando à distância – Mesmo longe de casa, a atitude dos pais deve ser constante e planejada, pois é necessário que a criança saiba que qualquer deslize cometido será repreendido assim que a mamãe ou papai chegar.

“Não chega a ser um castigo, mas deve ser ensinada que no mundo real se fizer algo errado, a sociedade vai puni-la”.

Escolha da babá ou empregada – Na ausência dos pais, a pessoa que cuida da criança deve educá-la de acordo com as normas de casa, isto é, de acordo com as regras que os pais seguem. Por isso é essencial orientar a cuidadora de como agir com a criança. A educação não se faz somente de forma presencial.

Fonte: http://zip.net/bmrlpF

Adaptado por Profª Ana Paula Camargo Petroski

Hora de comer!

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A dica de hoje é para aquelas mamães que têm dificuldades quando chega à hora das refeições dos filhos.

Esses pratos na internet são muito engraçados e úteis, pode ser uma super dica para as mamães divertirem seus filhos durante as refeições. É só usar a criatividade e recheá-los com frutas, pratos principais, lanchinhos etc.  Eles se chamam Ms & Mr Food Face e estão à venda no site www.neatoshop.com.

Fonte: http://zip.net/bhrmHZ

Adaptado por Profª Ana Paula Camargo Petroski

Encha a estante

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“Ler é como andar de bicicleta. A criança precisa de treino…”.

Nunca foi tão fácil incentivar os filhos a ler. Nas livrarias, encontra-se de tudo um pouco. Há livros de pano, de plástico, com figuras tridimensionais, de montar, de dobrar — tudo para tornar o hábito da leitura cada vez mais prazeroso. Para quem tem filho pequeno, de 1, 2 ou 3 anos, é um prato cheio, pois os livros coloridos e diferentes dão um sabor especial à atividade. Para as crianças um pouco maiores também existem ofertas de primeira. Portanto, chega de desculpas. Não é por falta de opções que os pais vão deixar de ler para a criançada. Ler é como andar de bicicleta. Parece rotineiro depois que se sabe, mas é preciso um certo investimento inicial até que o hábito esteja desenvolvido. Para que os filhos se interessem pela leitura, cabe aos pais esse investimento inicial, e o primeiro passo é óbvio. É preciso comprar livros. “Criança que não tem livro em casa dificilmente vai se interessar mais tarde pela leitura”, diz a psicóloga Maria Luiza D’Ávila Pereira, da Universidade Federal do Paraná. E não adianta manter em casa cinco ou seis livros apenas. A criança precisa de variedade, pelo menos dez livros para começar. Assim, quando ela se cansar de uma história, há outra atraente bem ao lado. Quando ouvem uma história, as crianças têm a chance de conhecer um universo diferente de seu dia-a-dia. De descobrir coisas ainda desconhecidas — seja a vida da raposa, seja as estripulias de um palhaço — e conhecer palavras novas. “Isso a ajuda a identificar atitudes, figuras e situações”, afirma a psicóloga Maria Luiza. Com o livro, a criança solta a imaginação e melhora sua compreensão sobre a vida real. Ouve o caso dos três porquinhos e constata que eles têm irmãos, assim como ela. Para as crianças em pré-alfabetização, ver livros também serve de porta de entrada para a língua escrita e o desenho das letras. Investir no interesse de seu filho por histórias exige disposição e energia, já que é mais cômodo chegar em casa e ligar a TV. Esteja certo, porém, de que essa opção pode estar privando a criança de momentos valiosos. Diante da televisão, a criança fica muda, fascinada com a postura dos personagens, as imagens, o movimento e as cores. Já com os livros, ela tem a chance de parar a história, perguntar o que não entendeu, rir, pedir repetição. “A TV pode levar a uma atitude passiva, enquanto a leitura abre a possibilidade de ela questionar, dialogar e se sentir com atenção”, diz a professora Rosa Kulcsar, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.

Fonte: http://veja.abril.com.br/especiais/bebes/p_090.html

Adaptado pela profª Heloisa Moser Bittencourt

Meu filho acorda chorando. São pesadelos?

 

Enquanto a criança ainda não se comunica bem, é difícil tentar adivinhar por que ela acorda chorando à noite. 
Há vários motivos para uma criança acordar chorando. Há aquelas que acordam e precisam de ajuda para voltar a dormir, porque nunca aprenderam a se acalmar e adormecer sozinhas. Outras acordam porque estão desconfortáveis ou se sentindo mal. 
Se seu filho costuma dormir bem e de repente acorda chorando, com cara de assustado, agarra-se a você e tem dificuldade de voltar a dormir, pode sim ter sido um pesadelo. 
Os pesadelos acontecem com mais frequência na segunda metade da noite, fase do sono em que os sonhos são mais comuns. 
É fácil confundir pesadelos com episódios de terror noturno. O terror noturno é menos comum, e normalmente ocorre na primeira metade da noite. No terror noturno a criança não chega a acordar, e não se lembra do incidente na manhã seguinte. 
Há alguma causa específica para os pesadelos?

É provável que os pesadelos do seu filho tenham relação com alguma coisa que tenha acontecido perto da hora de ir para a cama, como uma história que o assustou ou algum programa de TV mais forte. 
Essa fase também é marcada pelo surgimento de novos medos, que podem causar nervosismo e consequentemente pesadelos. 
Como posso ajudar meu filho depois do pesadelo?

Em primeiro lugar, vá até ele quando ele chamar. Esse conforto físico faz diferença. Pegue-o no colo ou faça carinho até que ele se acalme. A presença de um objeto de segurança, como um boneco ou bichinho favorito, ajudam a acalmar, assim como uma luzinha no quarto. 
Pense duas vezes antes de levar a criança para a sua cama. Você pode estar criando um hábito difícil de tirar, por isso é bom tomar a decisão já sabendo das consequências. 
Posso fazer alguma coisa para evitar os pesadelos?

Não é garantia de nada, mas uma rotina bem tranquila e previsível na hora de dormir (banho, história, música) pode ajudar a afastar os pesadelos. Procure uma história de tom positivo para contar nessa hora. 

Observe bem o seu filho. Na noite em que ele teve o pesadelo, analise bem o que ele fez durante o dia, o que pode tê-lo assustado, se a rotina foi muito intensa ou se foi dormir tarde. Pense também no que o faz se sentir mais seguro — para cada criança é uma coisa: uma luz acesa, uma naninha etc.

Fonte: http://zip.net/bprqH4

Adaptado por Profª Ana Paula Camargo Petroski

Falando daquilo

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“As perguntas que as crianças mais fazem e as respostas que você poderia dar”.

Papai e mamãe, atenção. Quando seu filho começar a perguntar sobre aquilo, ele não vai parar mais. E não vai mesmo. Alguns mais modernos acham que enfrentar uma discussão sobre sexo é fácil, que é tudo uma questão de jeito. Até é, mas quando chega a hora da conversa, tudo parece mais complicado. O truque aqui é ser firme e não inventar. Outra dica é não responder mais do que seu filho perguntou, aos poucos, para que ele absorva o suficiente para sua idade.

Por que eu sou diferente da minha irmãzinha?

Se tiver um irmão do sexo oposto, a criança pode notar a diferença até antes dos 2 anos. Faz parte da busca pelo conhecimento do próprio corpo. Diga apenas que menino é diferente de menina e não se preocupe. Para a criança, a resposta é mais do que suficiente.

Por que faço xixi de pé e Aninha faz sentada?

A dúvida vai surgir quando a criança tirar a fralda. Afinal, por que os meninos trocam a fralda pela cueca e as meninas pela calcinha? Não há muito o que explicar, e as crianças só estão um pouco incomodadas com o fato de não se comportarem da mesma forma o tempo todo. Reforce o conceito da diferença, sem ansiedade. Diga que a menina veste calcinha, pela mesma razão que usa também vestido e laço no cabelo. E que o menino usa cueca, e também short e camiseta.

Por que não posso mexer ali?

De 2 a 3 anos, a criança sente algum prazer ao manipular o sexo. Se os pais proíbem, ela vai querer saber o que há de errado. Portanto, se seu filho estiver fazendo isso na sala, na frente das visitas, não se desespere. Tente despertar seu interesse para uma brincadeira qualquer.

De onde eu vim?

A criança sabe que as frutas vêm da feira, os biscoitos, do supermercado e os brinquedos, da loja. A partir dos 4 anos seu filho vai querer saber de onde ele vem. Limite-se a dizer que ele veio dos pais. Para começo de conversa, é tudo o que ele precisa saber.

Por que a sua barriga está grande?

Se a mãe está grávida, esta pergunta pode surgir por volta dos 2 anos. Conte a verdade: de dentro da barriga da mãe vai sair um irmãozinho para ela brincar, para ser seu amigo.

Se eu estava dentro da mamãe, como saí daí?

Depois de saber que os filhos ficam na barriga da mamãe, a criança quer saber como veio para fora. Diga apenas que ela saiu da barriga e nada mais. Você não estará mentindo e seu filho ficará satisfeito com essa resposta.

Saiba mais em: http://migre.me/b4JFz

Fonte: Veja – Especial Bebês

Adaptado pela profª Heloisa Moser Bittencourt