Marca de roupas para meninas inova trazendo piratas, aviões e carros

A ideia é romper os estereótipos das estampas e cores “femininas”

Menina de rosa e menino de azul – já deu, né? Duas mães americanas, cansadas desses estereótipos, resolveram lançar uma linha de roupas para meninas misturando cores e figuras tidas como “de meninos”, como dinossauros, piratas, trens e aviões. Para isso, Rebecca Melsky e Eva St. Clair colocaram seu projeto no Kickstarter (plataforma de financiamento coletivo) e levantaram fundos para a coleção da marca Princess Awesome (algo como Princesa Incrível).

Inicialmente feitas a mão, as roupas fizeram o maior sucesso. Já na primeira coleção, 75% do estoque foi vendido em três semanas. Cresceu tanto que virou uma indústria e é possível fazer o pedido pela internet mesmo aqui do Brasil.

No site oficial, as criadoras dizem: “nós acreditamos que se uma garota gosta de roxo e ao mesmo tempo gosta de caminhões, ela deveria poder usar um vestido roxo com estampa de caminhões. Também acreditamos que se ela prefere ignorar a parte ‘princesa’ do nome da marca e ficar só com o ‘incrível’, merece opções de vestido com uma gama de cores e temas”.

A gente adorou a ideia!

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

Dica de moda: dobre as mangas e barras

Além de aumentar a vida das peças, o colunista Xico Gonçalves garante que esse truque estará em alta no verão

De tempos em tempos, os interessados por moda descobrem algum truque fashion para transformar o velho de sempre em algo novo ao vestir.

É o caso dos enrolados.

Enrolar as pernas das calças ou a manga da camisa é o que mais está pegando para este verão.

A ideia, além de ser boa, dá as roupas das crianças um tempo a mais de uso, já que os dobrados disfarçam as mangas e pernas compridas e também as que ficaram curtas.

O enrolado pode deixar o tornozelo à mostra ou metade da canela.

Manga longa

As mangas longas das camisas também servem para adicionar um toque moderno no visual dos meninos e meninas no verão.

Basta dar uma enrolada até acima do cotovelo com o punho em destaque.

Nó em destaque

Outro detalhe são os nós nas camisetas básicas, que já estiveram em uso nos anos 1980.

Mas se naquela época o nó era na frente do umbigo, o de agora é do lado deixando livre a vista a cintura, fazendo o estilo cropped (com a barriga de fora).

Com estas bossas, roupas com quilômetros rodados podem ganhar visual moderno e frequentar até as festas de final de ano.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

Para que serve a lição de casa?

“Descubra porque vale a pena motivar seu filho a fazer as tarefas enviadas para casa”.

Para os especialistas em Educação, são várias as respostas para este questionamento e todas elas reforçam a importância do estudo no lar. Um dos pontos de defesa da lição de casa é, exatamente, o fato de ela proporcionar este momento do aluno com os pais. “Uma das principais funções da lição é contribuir para a integração e interação entre aluno, professor e família. Por meio dela é possível saber o que está acontecendo na sala de aula, qual o conteúdo que está sendo ministrado, o que está sendo cobrado e qual o grau de dificuldade ou facilidade que o filho está tendo com o tema”, esclarece Rose Mary Guimarães Rodrigues, professora do curso de Pedagogia da Unitri (Centro Universitário do Triângulo).

Há também, os aspectos inerentes ao aprendizado que são trabalhados pela lição de casa, como lista a psicóloga especializada em Educação Especial, Danila Coser, ao apresentar os motivos tradicionalmente apontados pelos professores para justificar a tarefa para o lar:

– Ajuda a reter o conteúdo apresentado
– Aumenta o entendimento dos temas
– Melhora o pensamento crítico
– Desperta para autonomia e responsabilidade
– Colabora para ter uma organização voltada para o estudo
– Provoca a independência de estudar sem estar na sala de aula

Para que estes benefícios tenham efeito é preciso garantir uma lição de casa de qualidade e tomar cuidados para que a lição de casa não vire um problema entre pais e filhos, tornando a hora da lição uma verdadeira hora de pesadelo, cheia de cobranças e censuras.

 Saiba mais em:

 http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/serve-licao-casa-699519.shtml

 

Texto Luciana Fleury

Foto: Claudia Marianno

Adaptado pela profª Heloisa Moser Bittencourt

Fique de olho nos berços!

Nova normativa do Inmetro começa a ser cobrada em dezembro

A compra do enxoval e dos móveis dos bebês é, sem dúvida, um momento mágico para toda a família. É nesse instante que realmente a chegada do novo ser vai se materializando e o papai e a mamãe podem se sentir mais próximos do lindo momento que se aproxima.

Muitas vezes, deixamos nos levar pela beleza das peças e mal sabemos que, detrás delas, podem se esconder muitos perigos. É o caso, por exemplo, dos berços. O móvel mais importante para o bebê, o berço é o lugar onde a criança deve estar completamente segura, visto que passa, ali, muito tempo da sua vida.

Devido a dezenas de acidentes registrados ao longo dos anos e após realizar um teste com as melhores marcas do Brasil (das quais quase todas reprovaram), o Inmetro decidiu regulamentar a fabricação dos berços e as normas começam a ser cobradas já em dezembro.

Se você ainda não comprou o seu, averigue abaixo os principais aspectos com os quais é necessário estar atento:

– A pintura do berço não deve ser feita com tinta tóxica, ou seja, não pode conter chumbo.

– As grades, que costumam poder ser reguladas em diferentes níveis de altura, precisam ter travas – e os pais não devem deixar as grandes completamente abaixadas em nenhuma hipótese.

– É ideal que o estrado debaixo do colchão seja uma única placa de madeira.

– As grades laterais devem ter, entre elas, um espaço entre elas de no máximo seis centímetros. Já a altura ideal das grades é de 60 centímetros.

– Protetores acolchoados de grades devem estar bem presos ao berço. A criança não pode conseguir passar braços ou pernas pelo espaço entre as grades, nem escalar o berço com a ajuda dos protetores.

– A posição mais baixa que a grade lateral deve ter em relação à superfície superior do estrado é de aproximadamente 23 centímetros.

– Os berços que tiverem rodinhas devem ter travas, impreterivelmente.

– Ainda, é importante que os berços não sejam colocados perto de janelas ou cortinas e os pais nunca deixem as grades abaixadas, mesmo com o bebê bem pequenininho.

– A criança não pode ser capaz de levantar a base do colchão ou do berço de dentro do próprio berço.

– Não pode haver nenhum móbile perto o suficiente para a criança conseguir se pendurar e subir – e, assim, cair do berço.

Fonte:

http://www.correiodoestado.com.br/noticias/saiba-reconhecer-um-berco-que-respeite-as-normas-de-seguranc_131940/

Saiba muito mais em:

http://www.mundodastribos.com/aprenda-a-escolher-um-berco-seguro-para-o-filho.html

http://www.quartodebebe.net/decor/moveis/berco/novas-regras-inmetro-bercos/

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/07/inmetro-cria-novas-regras-para-aumentar-seguranca-dos-bercos.html

Adaptado pela Profª Bárbara Kristensen

Encha a estante

“Ler é como andar de bicicleta. A criança precisa de treino…”.

Nunca foi tão fácil incentivar os filhos a ler. Nas livrarias, encontra-se de tudo um pouco. Há livros de pano, de plástico, com figuras tridimensionais, de montar, de dobrar — tudo para tornar o hábito da leitura cada vez mais prazeroso. Para quem tem filho pequeno, de 1, 2 ou 3 anos, é um prato cheio, pois os livros coloridos e diferentes dão um sabor especial à atividade.

Para as crianças um pouco maiores também existem ofertas de primeira. Portanto, chega de desculpas. Não é por falta de opções que os pais vão deixar de ler para a criançada. Ler é como andar de bicicleta. Parece rotineiro depois que se sabe, mas é preciso um certo investimento inicial até que o hábito esteja desenvolvido. Para que os filhos se interessem pela leitura, cabe aos pais esse investimento inicial, e o primeiro passo é óbvio.

É preciso comprar livros. “Criança que não tem livro em casa dificilmente vai se interessar mais tarde pela leitura”, diz a psicóloga Maria Luiza D’Ávila Pereira, da Universidade Federal do Paraná. E não adianta manter em casa cinco ou seis livros apenas. A criança precisa de variedade, pelo menos dez livros para começar. Assim, quando ela se cansar de uma história, há outra atraente bem ao lado.

Quando ouvem uma história, as crianças têm a chance de conhecer um universo diferente de seu dia-a-dia. De descobrir coisas ainda desconhecidas – seja a vida da raposa, seja as estripulias de um palhaço – e conhecer palavras novas.

“Isso a ajuda a identificar atitudes, figuras e situações”, afirma a psicóloga Maria Luiza. Com o livro, a criança solta a imaginação e melhora sua compreensão sobre a vida real. Ouve o caso dos três porquinhos e constata que eles têm irmãos, assim como ela.

Para as crianças em pré-alfabetização, ver livros também serve de porta de entrada para a língua escrita e o desenho das letras.Investir no interesse de seu filho por histórias exige disposição e energia, já que é mais cômodo chegar em casa e ligar a TV. Esteja certo, porém, de que essa opção pode estar privando a criança de momentos valiosos.

Diante da televisão, a criança fica muda, fascinada com a postura dos personagens, as imagens, o movimento e as cores. Já com os livros, ela tem a chance de parar a história, perguntar o que não entendeu, rir, pedir repetição. “A TV pode levar a uma atitude passiva, enquanto a leitura abre a possibilidade de ela questionar, dialogar e se sentir com atenção”, diz a professora Rosa Kulcsar, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.

Fonte:

http://veja.abril.com.br/especiais/bebes/p_090.html

Adaptado pela profª Heloisa Moser Bittencourt