7 maneiras de se conectar com enteados: para padrastos e madrastas

Essa situação pode ser tanto assustadora como maravilhosa – para você e seu enteado

O estigma do padrasto ou da madrasta é forte, especialmente porque muitos de nós automaticamente pensamos em figuras maldosas e enteados diabólicos como apresentados nos filmes. Estereótipos à parte, a relação entre essas duas partes é crucial para a felicidade e segurança da família. De acordo com o Censo americano, 50% dos primeiros casamentos e 67% dos segundos não dão certo.

Um padrasto ou madrasto pode ser um defensor do enteado, um adulto extra que cuida e um recurso para a criança enquanto ela cresce e amadurece. Veja aqui as dicas para um bom relacionamento:

  1. Crie uma primeira impressão rápida

Para tirar a pressão do primeiro encontro com a criança, faça com que seja um pequeno “olá” e evite longos jantares ou então presentes caros. “Mantenha suas expectativas iniciais limitadas. Planeje um encontro rápido – você não quer algo que dure o dia todo”, afirmam Stan Wenck e Connie J. Hansen, autores de Ame-o, ame seus filhos (em tradução livre).

Qualquer coisa que coloque pressão na criança ou que seja excessivo pode sair pela culatra e causar uma possível rejeição ao padrasto ou madrasta. Ninguém sai ganhando em um encontro cheio de expectativas. Com o passar do tempo, deixe as crianças encontrarem seus espaços no relacionamento; quando elas estiverem prontas para uma aproximação, farão com que você saiba. Isso é muito melhor do que rejeição, para todo mundo.

  1. Respeite o luto

Se você está entrando em uma família que passou por um divórcio, deixe que seu enteado tenha o próprio tempo e espaço. “Casar novamente acaba com a esperança da criança de que [seus pais] se reúnam novamente. Conforme a esperança dela acaba, a criança frequentemente entra em um processo de luto, algo que ela pode ter adiado porque ainda acreditava na ideia de que seus pais poderiam voltar a ficar juntos”, afirma Sue Patton Thoele, autora de A coragem de ser madrasta. Thoele continua: “é importante notar que o processo de luto dela às vezes inclui tentar destruir o novo casamento com a esperança de que o pai [ou a mãe] verá a luz e voltará com a mãe [ou o pai]”.

Com isso em mente, deixe a situação passar com tempo e espaço. Se um dos pais faleceu, ajude a criança a encontrar maneiras de se lembrar do pai ou da mãe ouvindo histórias, distribuir fotos dele pelo quarto, ou planejar uma celebração em memória no dia do aniversário de quem faleceu. Caso você sinta que é necessário, sugira terapia como um jeito de dar à criança apoio de alguém de fora com objetividade.

  1. Trate o enteado como família

Se a criança está ficando com o pai e a mãe, ela provavelmente não está com você 100% do tempo. Você pode pensar que fazer uma grande bagunça quando ela está por perto faz com que ela se sinta especial. Na realidade, se você tratá-la como um convidado especial, ela não se sentirá como parte da família.

Em vez disso, inclua-a na família dando a ela tarefas, pedindo para que dividam responsabilidades, revisando a lição de casa e indo às reuniões de pais e professores. Ouça e respeite as opiniões dela e elogie quando a situação pede isso.

“Crianças se sentem melhor consigo mesmas e mais próximas à família quando são ensinadas a aceitar algumas regras e obrigações para com a família como um todo”, Thoele diz. “Essas obrigações incluem respeito, gentileza e ajudar”.

  1. Suma às vezes

Como você já tem um tempo exclusivo com o seu parceiro ou parceira, garanta que as crianças também o tenham. Isso fará com que eles se sintam mais seguros quanto ao relacionamento de vocês em meio a tantas mudanças.

Christie Hartman, autora de Namorando o homem divorciado (em tradução livre), explica, “não esteja sempre grudado ao lado do seu parceiro quando vocês estiverem saindo junto com as crianças e garanta que eles tenham bastante tempo sozinhos”. Depois que as crianças tiverem tempo a sós com seus pais biológicos, elas podem se empolgar mais em passar um tempo com você.

  1. Mantenha uma amizade estável

Pensar sobre se (e quando) você amará o seu enteado ou se ele te amará de volta pode ser estranho. Mas não apresse isso. “Nós podemos evoluir para um amor incondicional e apoiar nossos enteados tanto como nossos próprios filhos, mas uma meta mais realista – ao menos nos primeiros anos – é simplesmente ser amigo deles. Nós podemos escolher ser amigos e agir de formas amorosas, mas sentir o amor ao pé da letra é um mistério que não está sob nosso comando”, diz Thoele.

Decida como vocês querem se referir um ao outro: enteada ou filha, madrasta ou mãe? Eles vão te chamar de mãe/pai, pelo primeiro nome ou por algum apelido? Pode ser qualquer uma das opções que vocês desejarem, variando entre um pai ou mãe mais tradicionais ou até para algo mais parecido com amizade.

  1. Desenvolva confiança e honestidade

Confiança é um componente chave em qualquer relacionamento e pode levar um tempo para construir a forma como uma criança vê você ou como você pode administrar diferentes situações. Você ouve? Você mantém informações privadas em segredo? Você se interessa pelo que é importante para seu enteado?

Crianças podem sentir desonestidade e falta de sinceridade. “Demonstrar honestidade, confiança, fazer boas escolhas e ser ‘real’… As crianças saberão, de um jeito ou de outro”, dizem Wenk e Hansen, autores de Ame-o, ame seus filhos (em tradução livre).

Se você for capaz de ganhar a confiança, com o tempo, você pode se tornar um importante confidente. Na pesquisa com 60 madrastas, Wenck e Hansen dizem que mulheres reportaram que “enteados compartilharam informações e buscaram conselhos delas sobre assuntos que eles eram relutantes em compartilhar com os próprios pais”.

  1. Compartilhe seus interesses

Esteja aberto aos interesses de seus enteados – você nunca sabe qual nova atividade aproveitarão juntos. Lembre que a curiosidade vale para os dois lados. Se você é um jogador de tênis ávido e seu enteado demonstra interesse, dê a ele uma chance!

Você pode descobrir um novo companheiro de atividade. Também tenha alguns rituais que você compartilha, como por exemplo, tomar café da manhã juntos. Lembre-se que uma relação como essa é criada e mantida com duas pessoas: pai e criança.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

3 benefícios que o riso traz e você nem imagina!

Dar risada traz mais benefícios do que você imagina

Sorrir é muito mais do que uma expressão do que sentimos. Dar aquela gargalhada gostosa pode trazer benefícios para a saúde!

1 – Memória

Estudos indicam que o riso aprimora a memória, o foco da atenção, o aprendizado, de acordo com a psicóloga Carla Ribeiro, filha de Ilma e Carlos. “O pensamento criativo da criança tem um desenvolvimento melhor”, acrescenta.

2 – Desenvolvimento emocional

Dar risada tem um papel fundamental nesse quesito. “Elas liberam reações físicas, cognitivas e emocionais. Ainda facilitam que as crianças se socializem porque serão mais receptivas para as pessoas.” A garotada também fica menos irritada e mais espontânea no dia a dia.

3 – Analgésico natural

O riso movimenta os músculos da face e do abdômen que relaxa e libera tensões e gera endorfinas, gerando bem estar para as crianças, de acordo com a psicóloga.

Estudo comprova que os bebês só dão risada para ver as mães rindo de volta

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

Bebês prematuros precisam estar em contato com os pais desde o nascimento

A pesquisa revela que nada é mais saudável do que o toque entre a pele dos bebês e dos pais. Mas a imagem já diz muito mais do que a pesquisa: amor só faz bem

Essa imagem emocionante foi feita na Suécia, na cidade de Uppsala, com bebês que nasceram prematuros pesando apenas 700 gramas. Além da pele da mãe, o contato com a pele do irmão mais velho e do pai também participam da recuperação dos recém-nascidos. Essa foto foi apresentada como parte de uma pesquisa que revela a importância do toque para os bebês prematuros.

Estar em contato com os pais é melhor para regular a temperatura do que a incubadora neonatal, ajuda os bebês a respirarem melhor, ficarem mais tranquilos e ganharem peso mais rápido. O estudo também mostra que a flora bacteriana dos pais, quando comparada ao hospital, reduz o risco de infecções que podem ser graves para bebês tão frágeis. No Brasil esse método é conhecido como Canguru e faz muito sucesso entre as UTIs neonatais.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

 

Como lidar com a interferência dos avós na criação do seu filho? Saiba

A família precisa dialogar para a relação ser saudável para todos

É muito comum vermos os pais se queixando que a sogra ou a própria mãe interferem demais na criação dos filhos deles. Isso é normal, afinal, os avós querem ajudar sempre e tem as melhores intenções, mas é possível estabelecer um limite nessa relação. Junto com o nascimento de uma criança, não somente os pais precisam aprender a desempenhar essa nova função, mas os avós também.

“Esse é um problema natural na jornada da família. No nascimento de um neto, é uma crise que surge. Não existe um limite ideal para todas as famílias, cada um vai construir o seu, na base da interação, da experimentação”, afirma Tatiana Martins, mãe de Francisco, psicóloga e coach de pães (pais e mães que criam seus filhos sozinhos) pelo projeto Pais Especiais.

Andreia Calçada, mãe de João Pedro, psicóloga e psicoterapeuta, ressalta: “Os avós estão ali para ajudar, mas existem as regras da casa e as regras dos pais. Avós não podem assumir a função de pai e mãe. É importante para preservar as relações”. Lembre-se que, não é porque seus pais ou seus sogros ajudam a cuidar dos seus filhos, que eles tenham a responsabilidade de educá-los, essa função pertence aos pais.

Nesses casos, a base para uma boa relação entre todos os familiares baseia-se no diálogo sincero e na conversa. Os limites variam de acordo com cada caso e eles devem ser definidos em conjunto.

Os conflitos podem não acontecer somente no nascimento do bebê, com a tomada das primeiras decisões. Eles continuam ocorrendo ao longo da vida, já que cada fase do crescimento da criança possui novos desafios. Por isso, é importante manter uma conversa franca com os avós desde cedo. Os limites são estabelecidos após os argumentos de ambos os lados serem apresentados e um consenso ser formado. É claro que os pais dão a palavra final, mas é importante ouvir a opinião de quem já tem experiência.

Isso vale principalmente para famílias que contam muito com o apoio dos avós, independentemente dos motivos pelos quais esse apoio seja necessário. “Se você precisa da ajuda dos avós, eles também têm que ter alguma autoridade com a criança e, para isso, é necessário diálogo. Cada família tem o seu limite, que parte de uma boa conversa, onde tudo fique bem claro e explicado”, afirma Tatiana.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

 

Avó materna tem mais influência sobre os netos do que paterna

Não há nada comprovado, é apenas uma teoria! Você concorda com ela?

Você conhece uma família em que o filho não se parece nem com a mãe e nem com o pai? Aí, analisando todos os membros da família, descobrimos que a criança é parecida justamente com os avós! A chance disso acontecer é maior ainda quando comparamos as características da avó materna com as características da criança.

Calma, a gente não quer criar confusão na família! É apenas o que diz a teoria ensaísta do chileno Alejandro Jodorowsky. Segundo ele, a avó materna é a pessoa que transfere a maior quantidade de genes dentre todos os familiares. Pode até ser que a aparência não ajude a comprovar a teoria de Jodorowsky, mas os pequenos detalhes, como gestos, tics, timbres de voz, formato de ossos também devem ser considerados…  A gente te explica melhor o porquê disso!

Antes de nascer, uma menina já tem todos os ovócitos formados ainda na barriga da mãe. São esses ovócitos que vão ser os responsáveis por produzir os óvulos ao longo da vida adulta da mulher. E eles possuem uma alta carga genética da mãe da menina e, por consequência, da avó!

É mais fácil de entender no caso das netas meninas, mas também acontece com os netos, que herdam temperamentos e vivências emocionais da avó materna. Se a avó passou por uma situação difícil durante a gestação, como uma depressão, isso pode ter consequências nos filhos da filha dela.

Vale lembrar que é uma teoria. Estudos recentes defendem que o homem tem maior influência na transmissão de genes, principalmente quando são doenças hereditárias, como diabetes, obesidade e esquizofrenia.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa