Por que o humor é tão importante para as crianças?

Fazer piada ajuda as crianças a lidarem melhor com situações mais tensas. E os pais podem incentivar uma rotina com bom humor e leveza

Seu filho provavelmente já gargalhou com suas caretas, histórias e trapalhadas. Mas, a partir dos 5 anos de idade, as crianças já começam a desenvolver sua própria forma de fazer humor para contar piadas a todos os que estão dispostos a entrar na brincadeira.

“Crianças entre 5 e 6 anos adoram experimentar o que as pessoas acham engraçado e o que não acham”, explica Janette Benson, professora de psiquiatria da Universidade de Denver, nos Estados Unidos. “O humor é uma ótima forma de elas quebrarem o gelo e fazerem amigos, por isso vale muito a pena incentivá-las a contar piadas ”. Com algumas ideias, vai ficar fácil deixar sua casa cheia de sons de risadas todos os dias.

Brincando por aí

Por volta dos 5 anos, as crianças já sabem que as piadas são feitas de perguntas, respostas e risadas. Por isso, começam a fazer algumas brincadeiras com esse padrão. Muitas delas não vão fazer nenhum sentido, mas é importante incentivar a contar piadas e não ignorá-las, se divertindo junto e participando.

Trocar seu repertório de brincadeiras com o que seu filho está desenvolvendo é muito saudável. De acordo com Paul McGhee, autor do livro Entendendo e Promovendo o Desenvolvimento do Humor Infantil, os pais também devem ajudar as crianças ao sofisticarem o humor ao longo dos anos.

Ria de tudo o que puder

Rir de si mesmo é uma forma de ver a vida de maneira mais leve, e até de encontrar soluções para problemas. As crianças podem começar a perceber isso desde cedo. Se seu filho derramou a jarra de suco na toalha ou não quer tomar o remédio na hora certa, o melhor jeito de quebrar a tensão e fazer com que ele enxergue humor na situação e encarar com bom humor. Claro, nem sempre é fácil. Mas isso pode fazer com que ele e você se sintam melhores.

Um estudo da Universidade de Stanford e do Hospital para Crianças Lucile Packard, ambos nos Estados Unidos, mostrou que a parte do cérebro infantil responsável pela sensação de recompensa é ativada quando as crianças passam por uma situação engraçada, mesmo que seja assistindo a um filme ou vendo uma careta que você faz.

Humor é para todos

Você não precisa adicionar “comediante profissional” a todos os papéis que já representa todos os dias, mas tente encontrar momentos para dar risada com seus filhos. Fazer barulhos estranhos, fingir que fala com algum personagem, brincar de safári dentro do quarto…

Todas essas brincadeiras (e muitas outras) vão mostrar para a criança o lado bem-humorado da vida. Mas existe também outro benefício: “As famílias são mais fortes quando têm bom humor”, diz a professora de psiquiatria.

Dividir piadas com seus filhos vai criar oportunidades para melhorar a conversa e a força da relação de vocês. Falando em conversa, o humor é uma ótima ponte para falar com as crianças sobre bom comportamento também. Se a criança começa a contar piadas mais fortes, é hora de mostrar que ela não está sendo engraçada, mas desrespeitosa.

Exagerado…

Crianças em idades escolares adoram um exagero.  É comum para elas dizerem que “nadaram mil metros sem parar” ou que “o cachorro é maior que minha casa”. Como o exagero é muito comum quando falamos de comédia, esse pode ser um meio de ajudar seu filho a contar piadas e desenvolver sua habilidade natural para fazer humor.

Pelo menos é o que diz Kelly Swanson, comediante e mãe: “Se seu filho disser que poderia comer um dinossauro, você pode arrancar boas risadas dele dizendo que poderia comer um dinossauro e uma baleia”, conta.

Nem tudo é riso

Algumas vezes, as crianças falam coisas que não fazem sentido para nós de forma séria. Nessa hora, é melhor prestar atenção e não dar risada. O problema pode ser uma piada para você, mas para a criança é algo que está preocupando.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Ana Paula Camargo Petroski

 

 

 

Bicicleta sem rodinha: saiba qual é a hora de aprender e como ajudar

Este momento pode ser muito gostoso com a sua ajuda

Talvez você se lembre da ótima sensação de ganhar sua primeira bicicleta. No início, ela tinha rodinhas para te ajudar a se equilibrar, mas o momento da retirada é um marco da infância. Com o seu filho não é diferente, mas agora que você é quem ensina, precisa ter paciência neste momento.

O primeiro contato geralmente começa com os triciclos, que dão a noção de pedalar e fazer curvas. Segundo Maria Inês Pinto Nantes, pediatra do Hospital São Luiz – Jabaquara, na zona sul de São Paulo, a partir dos dois anos e meio a criança já está apta a tentar a andar de bicicleta com as rodinhas.

A primeira recomendação, com ou sem rodinhas, é ir para um local plano, numa praça ou parque onde a criança possa pedalar sob vigilância de um adulto. “Na hora de tentar pedalar sem as rodinhas, a forma tradicional de ensinar a andar de bicicleta correndo ao lado da criança segurando-a, continua a ser o melhor e mais rápido método”, diz a pediatra.

Deve-se segurar a criança pelo ombro e acompanhá-la a correr. Mas lembre-se: é importante que o pai nunca segure no guidão ou na bicicleta, já que seu filho terá mais dificuldade em conduzir uma bicicleta se não for ele mesmo a comandar a ação.

Flavia Fiorillo, mãe de Ullya e Ziyad, autora do blog Mamãe sabe Tudo, nos contou sobre sua experiência: “Eles aprenderam lá pelos 5 ou 6 anos e eu tive que fazer aquela clássica cena de filme, segurando o banco e correndo atrás da bicicleta”. Cada um teve seu ritmo de aprendizado e desenvolvimento da coordenação. A filha teve mais receio, e precisou ser acompanhada por um pouco mais de tempo.

Para ajudar seu filho, não cobre resultados. “A criança entre os 4 e 9 anos desenvolve o equilíbrio, portanto temos que ter o cuidado de não pressioná-la para não transformar algo tão bom em um peso por cobranças”, explica a médica. “Mostre confiança sem zelos em demasia para não gerar uma sensação de insegurança. Cair faz parte do processo de aprendizado”, acrescenta.

Segurança 

A compra da bicicleta deve estar associada a compra de um capacete, que é essencial. Luvas e joelheiras também são importantes. Além disso, quando a criança cai e se machuca, pode ficar com medo e abandonar a bicicleta. Usar calçado fechado também é indicado, já que os chinelos podem enroscar e levar à queda.

Benefícios

Dentre as vantagens citadas pela especialista que esta prática traz para as crianças estão:

– Aumento da resistência

– Aumento da capacidade respiratória e fortalecimento dos ossos

– Ganho de agilidade

– Melhora da coordenação e do equilíbrio

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

 

Conheça 30 pequenas coisas que deixam as crianças felizes

Para os pais, não parecem nada demais. Veja o que fará seu filho sorrir

1 – Use aquele colar de macarrão para ir ao trabalho. Bem, ao menos enquanto o seu filho estiver vendo você sair de casa;

2 – Cole um mantra familiar ou um slogan (Nós podemos, nós vamos! Nós conseguimos, ninguém nos para!) na sua geladeira e repita-o toda vez que seu filho se sentir desencorajado;

3 – Saia para dar uma volta com apenas um filho;

4 – Deixe um bilhete (e ocasionalmente um pedaço de chocolate) na lancheira da escola;

5 – Construa o seu próprio castelo de Lego ao lado do dele;

6 – Diga “sim” para algo usualmente fora dos limites, como sentar na pia da cozinha;

7 – Mostre tanto encantamento quanto ele nas montanhas russas de parques de diversão para crianças;

8 – Se você brigar com seu parceiro na frente do seu filho, garanta que ele também veja vocês fazendo as pazes;

9 – Quando o quarto do seu filho estiver tão bagunçado a ponto de parecer que um tsunami passou por ali, feche a porta e siga com o seu dia;

10 – Faça uma ligação por Skype ou FaceTime com a avó de vez em quando;

11 – Caso o seu filho já tenha tentado, mas ainda esteja triste e ansioso, querendo verdadeiramente desistir do time (insira o nome do jogo aqui), dê a ele sua bênção;

12 – Vá em frente: deixe seu filho de 4 anos pisar em todas as poças pelo caminho. Ainda que ele esteja sem galochas;

13 – Tire a cola glitter da caixa e faça um cartão de aniversário para o seu filho;

14 – Acolha um animal de estimação que esteja precisando de um lar – e deixe seu filho amá-lo;

15 – Dê ao seu filho a chance de travar suas próprias batalhas na caixa de areia ou no playground antes de intervir;

16 – Deixe de lado as perguntas sobre como foi o dia dele caso o seu filho volte irritado da escola. Você sempre pode descobrir as informações na hora do jantar, quando ele estiver mais calmo;

17 – Cultive seus próprios rituais e tradições: comida italiana às terças, bicicleta no sábado à tarde e colher flores toda primavera;

18 – Peça ao seu filho para que ele te ensine a fazer algo para variar. Uma vez que você aprender, elogie o bom professor que ele é;

19 – Deixe que seu filho use as roupas de sair para ir ao supermercado. O mês todo se ele quiser;

20 – Fale repetidas vezes para o seu filho o quão maravilhoso ele é;

21 – Fique acordado com ele até tarde em uma noite de lua cheia, só para apreciar;

22 – Revele as fotos dele de infância para que um dia ele possa ter uma lembrança física para olhar no futuro;

23 – Não apresse seu filho para que ele deixe para lá as coisas que o chateiam. Ele também precisa desabafar;

24 – Cozinhe panquecas em formato de coração para o café da manhã;

25 – Solte o som no meio da lição de casa e dance com seu filho. Depois, volte aos estudos;

26 – Crie um aperto de mão secreto da família;

27 – Pendure um quadro branco no quarto do seu filho para que vocês possam deixar mensagens um para o outro;

28 – Comece uma guerra de travesseiros;

29 – Compartilhe seus diários, fotos e cartas de quando você tinha a idade do seu filho;

30 – Agradeça o seu filho quando ele fizer uma tarefa por conta própria – ainda que seja apenas pendurar a toalha molhada ou encher a jarra de água.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

 

Descubra quantas calorias seu filho gasta em cada brincadeira

Muitas brincadeiras são verdadeiros exercícios físicos

Que brincar é bom, todo mundo sabe. E que exercícios são mais do que necessários para um crescimento saudável também não é novidade alguma. Se divertir e praticar atividade física, ao mesmo tempo, significa juntar o útil ao agradável.

A brincadeira é parte fundamental da infância. É nessa fase que começa o desenvolvimento da maturidade física e psicológica das crianças, por isso é um momento importante para elas conhecerem melhor seu corpo e começarem a construir relações com os outros e com o mundo à sua volta.

Através das brincadeiras, as crianças aprendem a organizar seus pensamentos e começam a lidar com regras. Além do desenvolvimento de habilidades motoras, brincar possibilita a convivência com as diferentes características dos colegas. A atividade física tem função muito parecida, pois aumenta a capacidade de aprendizagem e dá mais oportunidades para uma vida saudável. O esporte, assim como a brincadeira, faz com que as crianças façam amigos e aprendam a conviver em grupo.

Pensando nisso tudo, juntamos oito brincadeiras que, assim como outros esportes, funcionam também como exercícios, para que seu filho se divirta do jeito mais saudável possível.

Pega-pega
A mais simples de todas, afinal é só o pegador sair correndo e tentar encostar em outro jogador. Quando uma criança for pega, ela passa a ser a pegadora. Não se esqueça do pique: onde elas podem ficar imunes.
O que ajuda a desenvolver: velocidade, agilidade e equilíbrio
Calorias gastas, em 30 minutos: 190 = uma fruta e um iogurte
Esporte que se aproxima da brincadeira: futebol

Amarelinha
Se você não lembra das regras, primeiro desenhe no chão uma fileira de quadrados, alguns duplos, com números dentro (de 1 a 10). Aí é só jogar a pedra no primeiro quadrado e pular num pé só até a ponta e voltar, tudo sem pisar na casa número 1. Quando estiver nas casas duplas – onde tem um quadrado ao lado do outro – pise com os dois pés, um em cada quadrado. No caminho de volta, é só recolher a pedrinha. Na segunda rodada, ela deve ser jogada na casa 2 e o jogo se repete. Não pode pisar fora do quadrado, pisar com os dois pés e nem errar na hora de jogar a pedra.
Esporte que se aproxima da brincadeira: Salto triplo
Calorias gastas, em  30 minutos: 105 = uma barrinha de cereal e meia porção de fruta
O que ajuda a desenvolver: Raciocínio lógico e equilíbrio,

Barra-manteiga
São duas equipes, cada uma numa fileira, uma de frente para a outra. Alguém de uma equipe vai até a outra e bate em todas as mãos (que devem estar voltadas para cima) cantando: “barra-manteiga, na fuça da nega, minha mãe mandou bater nesse daqui. 1, 2, 3!” Nesse momento, quem recebeu o tapa sai correndo para pegar o que bateu. Se pegar, o fugitivo muda de time. Se não pegar, é o pegador quem vai para a outra equipe. O lado que tiver mais gente, ganha o jogo.
Esporte que se aproxima da brincadeira: corrida dos 100 metros rasos
Calorias gastas, em 30 minutos: 190 = dois espetinhos de carne
O que ajuda a desenvolver: noções de estratégia e trabalho em equipe

Queimada
Tem vários jeitos de jogar. O mais simples é assim: o campo fica dividido em dois lados, com uma linha no meio. Os jogadores de um lado não podem passar para o outro. Quem está com a bola joga em direção ao time oposto: se bater em alguém, a criança é queimada e sai do jogo. Aí é vez desse time jogar contra o adversário.
O que ajuda a desenvolver: coordenação motora e força.
Calorias gastas, em 30 minutos: 140 = um picolé de fruta e mais uma fruta
Esporte que se aproxima da brincadeira: handebol

Bambolê
É difícil e depende de bastante prática.
O divertido é tentar rodar o bambolê em outras partes do corpo, além da cintura: no pescoço, nos braços e nas pernas também.
Esporte que se aproxima da brincadeira: GRD (Ginástica Rítmica Desportiva)
O que ajuda a desenvolver: equilíbrio e noção de espaço
Calorias gastas, em 30 minutos: 110 = duas conchas de feijão preto

Pique-bandeira
Tem dois times, cada um com uma bandeira – elas ficam nas extremidades do campo. O objetivo de cada um é roubar a bandeira do time adversário, correndo para pegá-la, sem ser tocado. Se não conseguir ser tão ágil e for pego, deve esperar para ser resgatado por um jogador da sua equipe.
O que ajuda a desenvolver: capacidade criativa e trabalho em equipe
Calorias gastas, em  30 minutos: 190 = um bife grelhado
Esporte que se aproxima da brincadeira: rugby e futebol americano

Cabra-cega
Um jogador fica com os olhos tampados, e é rodado pelos amigos. Quando para, deve tentar pegar algum dos outros jogadores.
Esporte que se aproxima da brincadeira: atletismo
Calorias gastas, em  30 minutos: 150 = três colheres de sopa de purê de batata
O que ajuda a desenvolver: agilidade e coordenação motora

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

 

 

Brincar NÃO É sinônimo de ter brinquedos!

Em vez de comprar cada vez mais coisas para garantir o entretenimento, incentive o seu filho a se divertir de outras formas

Brincar é diferente de ter brinquedos. E, normalmente, as duas coisas estão ligadas. Quando você pensa em uma criança brincando, provavelmente imagina ela com um brinquedo na mão. Mas não necessariamente a diversão precisa acontecer desta maneira e tem um lado muito positivo nisto. Explicando: A experiência sem o brinquedo – aquele que a gente vai e compra em alguma loja – também é muito importante para o desenvolvimento infantil.

Isso não significa que você deve ser radical e não dar brinquedo algum para as crianças. Mas, um objeto em casa, como uma colher, uma vasilha, uma almofada ou um caixa de papelão não são classificados como brinquedos, mas são igualmente importantes. No momento da brincadeira, eles têm uma função lúdica.

Por que é importante que a criança brinque sem o brinquedo comprado? Segundo Teresa Ruas, consultora em desenvolvimento infantil da Fisher-Price e mãe de Maitê, principalmente porque dá asas à imaginação, à criação, à fantasia e à simbolização. Ou seja, ela vai imaginar que uma caixa de papelão é uma casinha ou um castelo e que a colher, por exemplo, é um avião. Na prática, é a transformação dos objetos reais e comuns em coisas maiores.

Fantasiar, simbolizar, criar a transformar são elementos bases para o desenvolvimento afetivo e cognitivo do ser humano. São, ainda,  o combustível para que a criança possa desenvolver essas habilidades de uma forma refinada. De dois a sete anos, em média, o elemento da fantasia vai estar presente o tempo inteiro. Crianças maiores também fazem isso, mas com uma frequência menor.

Segundo Teresa, o importante, quando uma caixa vira um foguete, é que as crianças ligam o que já sabem ao que estão desenvolvendo. “A criação e a fantasia potencializam as questões que contribuem para a formação da criança”, ressalta a consultora em desenvolvimento infantil.

Onde entram os brinquedos?

OK, o brinquedo concreto, aquele que não exige a transformação e simbolização, também é importante. Por exemplo, a fazenda que seu filho criou pode ser complementada por algum brinquedo que traz concretude do que aquilo realmente é, como um conjunto de animaizinhos.  Ela une essas duas coisas para um mesmo objetivo, aumentando o efeito lúdico e a ligação entre o que ela sabe e o que ela quer aprender.

Outro ponto em que a vivência com os brinquedos é importante é quando seu filho brinca com um quebra-cabeça ou um jogo que tem normas, por exemplo, pois isso ajuda a exercitar questões específicas que a criança precisa ter, como memória e raciocínio lógico. A grande questão é complementar a função de um brinquedo e de um objeto doméstico ou produto reciclado. Vale ressaltar:  você não precisa permitir que uma criança de 6 meses explore um objeto de papelão, já que, provavelmente, ela vai por na boca. É importante que ela brinque com objetos que correspondam à faixa etária.

E a tecnologia?

Para Teresa Ruas, celulares, tablets, e computadores, na primeira infância (de 0 a 6 anos) devem ser evitados. “A primeira infância é uma fase que requer experiências muito concretas. Para saber o que é uma cenoura, é preciso ver, sentir, pegar, manipular, morder e entender o que é”, afirma. “Quando eles ficam só no tablet, a vivência pessoal é impedida”, complementa.

As crianças precisam de contato presencial. Ter contato com a imagem e o som de um cachorro que está no tablet, não passa a noção do que é um cachorro real, é claro! Quando se tem contato com objetos reais, entende-se o que são de fato os objetos. E, sim, às vezes é necessário utilizar estes recursos tecnológicos. Por exemplo: você está no pediatra e a criança está inquieta. Para acalmá-la, coloca um desenho no seu celular. Sabemos que isto ajuda e funciona, mas estes recursos não podem ser as fontes lúdicas e de distração o tempo inteiro.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa