Como aliviar o calor do bebê nos dias mais quentes

Algumas medidas simples podem ajudar a refrescar e relaxar seu filho

Já está fazendo muito calor em várias regiões do país e os bebês podem sofrer com isso. Até mais do que a gente, já que eles não conseguem reclamar da temperatura, demonstrar a insatisfação com palavras ou fazer alguma ação para se refrescarem. Por isso, eles podem ficar mais irritados, sobretudo se estiverem superaquecidos, usando roupas em excesso.

É importante deixá-los com roupas leves, de tecidos finos, como algodão ou malha. Em dias muito quentes, você pode, inclusive, deixar o bebê só de fralda, certificando-se de que não haja correntes de ar no ambiente. Para saber se seu filho está sentindo muito calor, o melhor é observar sinais como suor e vermelhidão.

Os banhos de balde também ajudam a refrescar e relaxar. À noite, com a queda da temperatura e com o bebê dormindo e se movendo menos, a temperatura corporal também tende a diminuir. Portanto, uma camada a mais de roupa deve bastar. Por exemplo, um macacão um pouco mais grosso e meias, sem necessidade de cobrir a criança.

Como saber se o bebê está bem hidratado?

Antes dos seis meses eles também devem estar bem hidratados, mas, para isto, basta que sejam amamentados. O leite materno tem tudo que é necessário para nutrir e hidratar o bebê nesta fase. Acima desta idade, dê água e frutas em temperatura fresca.

O Ministério da Saúde recomenda que após os 6 meses seja oferecida água ao bebê nos intervalos entre as mamadas e as papinhas. Para saber a quantidade de água que se deve dar, segundo a enfermeira obstétrica da Care Plus Angelica Bittencourt, filha de Isabel Lucia e Luis Antônio, o melhor parâmetro é observar as fraldas: acima de cinco, bem pesadas de xixi, trocadas ao longo do dia.

Veja mais algumas dicas:

– Bebês muito agasalhados podem ficar desidratados e apresentar hipertermia. Bebês pouco agasalhados poderão ficar hipotérmicos. Portanto, a observação cuidadosa de sinais como suor, vermelhidão e irritabilidade (no caso de calor) ou peito gelado e lábios trêmulos (no caso de frio) é essencial.

– O quarto não deve estar nem muito quente, nem frio demais: em torno de 25ºC.

– Casas que dispõem de ar condicionado requerem alguns cuidados, pois o aparelho diminui muito a umidade do ar, ressecando as vias aéreas do bebê. O uso de umidificadores de ar é uma boa alternativa.

– Ventiladores também podem ser usados, mas posicionados de modo que o jato de ar não atinja diretamente o bebê. Além disso, recomenda-se que o ambiente esteja limpo, pois o ventilador tende a espalhar a poeira do cômodo, o que pode ser prejudicial ao bebê.

– Banhos antes de dormir podem refrescar o bebê. Enquanto ele é recém-nascido, é recomendado usar sabonete apenas em um dos banhos do dia para não tirar a lubrificação natural de sua pele sensível.

– A temperatura da água deve ser compatível com a temperatura corporal (36ºC). Em dias muito quentes, a água poderá estar um pouco mais morna (entre 30ºC e 32ºC), mas somente o bebê pode “avaliar” se a temperatura está ou não do seu agrado, por meio de sua reação ao ser colocado cuidadosamente na água.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

 

5 armadilhas para evitar na hora de treinar o sono do seu bebê

Veja hábitos que ajudam pais e bebês a terem a noite de sono que eles precisam

Às vezes, a hora de dormir pode se tornar um drama. Você sabe que seu filho não está com fome, não está com sede, já trocou a fralda e não está doente, mas ele chora e não quer ficar no berço de jeito nenhum. Parece familiar? Aprenda técnicas suaves, mas eficazes, para sair destas e de outras dificuldades de sono:

 Primeira armadilha: Alimentar ou balançar seu bebê para dormir

Este erro é comum, porque alimentar e balançar o bebê são as coisas que mais fazemos no começo, além de trocar as fraldas. Recém-nascidos mamam a cada duas ou três horas. Por isso, eles não têm ciclo de sono definido e frequentemente adormecem depois de mamar. Enquanto seu filho ainda está se adaptando à vida fora do útero, dormir depois de comer é normal. É por volta dos quatro meses que eles desenvolvem maturidade neurológica suficiente para ter uma rotina do sono.

Nesta fase, alimentar e balançar podem virar um problema se este é o único jeito que consegue fazer seu bebê dormir. “Os bebês naturalmente acordam de duas a seis vezes por noite, o que significa que tudo o que você está fazendo para levá-los a adormecer, você vai precisar fazer quando ele despertar novamente”, diz Jodi Mindell, autor do livro “Dormindo a noite toda”, em tradução livre.

Como acertar: Crie uma rotina do sono que ajudará seu filho a associar novas atividades a dormir. Dê um banho, coloque o pijama, leia uma história (mesmo que ele ainda não entenda) e, em seguida, diminua as luzes. Se a mesma coisa acontece todas as noites, eles começam a entender que a hora do sono está prestes a chegar. O ideal é colocar o bebê no berço antes que ele adormeça, de modo que ele aprenda a dormir no berço, não em seus braços.

 

Segunda armadilha: Pegar o bebê no colo toda vez que ele chora

É claro que você quer confortá-lo quando ele está choramingando. E nos primeiros seis meses é isso que devemos fazer, para que o bebê saiba que ele está amparado. Mas, conforme ele fica mais velho, descobre que pode usar as lágrimas como aliadas nesta hora.

Como acertar: Cheque os itens: Ele está com fome? Com sede? Molhado? Doente? Se está apenas chorando porque você saiu do lado dele, tente esta técnica: Quando você deixar o quarto, volte em cinco minutos e, se o bebê ainda estiver chorando, certifique-se de que ele está realmente bem. Faça isso até que ele durma e, nas próximas noites, aumente o intervalo de tempo.

 

Terceira armadilha: Ampliar as mamadas noturnas

Como um passageiro em um cruzeiro, seu filho se acostuma ao “buffet” da noite, mesmo que ele não esteja com fome. “Ele também se acostuma a acordar ao fim de um ciclo de sono e pensar que precisa sugar o leite em vez de voltar a dormir”, diz a médica Ari Brown, autora do livro “Baby 411”. As mamadas noturnas não afetam apenas o seu sono, mas podem afetar a forma como seu filho come durante o dia, pois quando ele come muito a noite, sente menos fome durante o dia e volta a sentir fome tarde.

Como acertar: “Feche a cozinha” após a refeição antes de dormir para motivar seu bebê a comer mais durante o dia. Para chegar lá, você pode cortar gradualmente a quantidade de vezes e de tempo que amamenta durante a noite.

 

Quarta armadilha: Cochilar em movimento

Deixar seu bebê dormir no carrinho frequentemente pode parecer mais fácil. O problema é que depois ele pode ter mais dificuldades para adormecer no berço, o que pode criar um problema de sono em casa. Além disso, pegar no sono em movimento pode significar que a soneca não vai ser consistente.

Como acertar: Se familiarize com a quantidade de sono que seu bebê precisa (compatível com a idade que ele tem) e organize seu dia para que ele possa dormir no berço sempre que possível.

 

Quinta armadilha: Deixar a criança acordada até muito tarde

Se você pensa que manter seu filho acordado até tarde vai fazer com que ele durma mais e mais profundamente, saiba que a estratégia pode dar errado. Quando bebês dormem tarde, eles ficam cansados demais. A partir daí, eles levam mais tempo para adormecer e acordam com mais frequência.

Como acertar: Se seu bebê tirar um cochilo no início da noite, você pode converter isto para a hora de dormir: “Dê um banho, coloque-o nos pijamas, siga com o ritual da noite. Você também pode tentar adiar esta hora do cochilo por 15 minutos todos os dias até chegar ao horário desejado.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

 Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

Conheça as 12 doenças mais comuns no primeiro ano de vida do seu filho

bebe doente

Esses contratempos acontecem e não há porque se desesperar. Mas é importante que nós estejamos sempre atentos e bem informados sobre as características de cada uma delas

Quem tem filho pequeno sabe. O primeiro ano de vida de um bebê é repleto de surpresas e descobertas agradáveis, como começar  andar ou falar. Mas, nesse período, há também a constatação de que é comum o surgimento de problemas de saúde ou incômodos pertinentes à idade, principalmente quando o bebê passa o dia no berçário. Isso acontece principalmente porque a imunidade das crianças ainda está sendo formada e não é tão forte quanto a de um adulto.

Resfriados comuns e infecção de ouvido são alguns deles.  É importante que os pais estejam sempre atentos e informados sobre as características dessas doenças e observar o desdobramento. Vale sempre à pena pedir orientação do pediatra do seu filho. Há doenças que pedem o acompanhamento médico mais frequente como, por exemplo, a bronqueolite, pneumonia  e a infecção urinária.

Bebês de zero a três meses devem ser observados  com mais atenção. Em caso de febre, precisam ser levados imediatamente  ao médico. Os pediatras Hélio Krakauer, do hospital Dr. Christóvão da Gama, Maria Amparo Martinez, do Hospital Santa Catarina e Lucilia Santana Faria, da coordenação médica da UTI pediátrica do hospital Sírio-Libanês, contam quais são as doenças mais comuns nessa faixa etária.

  1. Icterícia fisiológica

É comum em recém-nascidos. Refere-se à cor amarelada da pele dos branco dos olhos que é causada pelo excesso de bilirrubina no sangue.

  1. Resfriados comuns

A partir do quarto mês, período em que as mães voltam ao trabalho, é comum que o bebê tenha resfriados.  

  1. Bronquiolite

Trata-se de uma infecção viral e geralmente acomete bebês com seis meses de vida, mas pode ocorrer também do nascimento até os dois anos.  Pode ser confundida com uma gripe, porém, difere-se pelo chiado no peito, causado por bronco espasmos.

  1. Infecção urinária

É comum a partir dos três meses até um ano de vida, mas também pode ocorrer em crianças maiores. Geralmente a criança apresenta febre, mas não tem sinal de refriado ou gripe.  

  1. Bebê Chiador

É o nome dado a bronquite, que pode ocorrer em decorrência a uma gripe, ou à asma brônquica, que tem como desencadeador um processo alérgico.

  1. Otite

A infecção de ouvido ocorre geralmente quando a criança está gripada e com congestão nasal. Costuma apresentar febre alta.

  1. Pneumonia

A pneumonia é uma infecção mais grave dos pulmões e pode ser causada por vírus ou bactéria.

  1. Infecções respiratórias das vias aéreas superiores

São as laringites ou faringites. É comum a partir dos quatro meses, quando a criança começa a frequentar a escolinha. Nesse caso, a criança tem febre associada a coriza (nariz entupido ou escorrendo).

  1. Varicela

A varicela, conhecida como catapora, é causada pelo vírus herpes zoster. O contágio é por saliva, espirro ou tosse. Também ocorre quando as mãos entram em contato com vesículas contaminadas de alguém doente.

  1. Diarreias

As diarreias ocorrem por transmissão de vírus. É comum principalmente em bebês que ficam em berçários.  Geralmente a criança fica caidinha e precisa de muita hidratação.

  1. Dermatite atópica

Doença crônica da pele que apresenta erupções que coçam e apresentam crostas. Pode também vir acompanhada de asma ou rinite alérgica.

  1. Tosse alérgica

É um tipo de tosse seca persistente que surge sempre que o bebê entra  em contato com a substância alergênica.

Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

Adaptado pela Profª Daiana Reig da Costa

O sono do bebê

O recém-nascido dorme quantas horas por dia?
Por ainda ter alguns sistemas imaturos, ele dorme de 16 a 18 horas por dia. Porém, não é esperado que o sono se prolongue por mais de três horas seguidas, já que a criança precisa despertar para mamar.

É normal a respiração do bebê oscilar durante o sono?

O ritmo respiratório do recém-nascido é irregular, mesmo quando ele está acordado. A pediatra Márcia Sanae Kodaira, do Hospital Santa Catarina (SP), explica que, quanto mais novo ele for, mais essa característica ficará evidente. “Isso acontece porque o sistema respiratório ainda não está completamente maduro, o que leva à oscilação”, esclarece. “Quando o bebê completa 1 ano, a tendência é a respiração se estabilizar”, completa.

Há algo errado quando o bebê dorme de olhos abertos?

O sono do bebê apresenta várias fases, assim como o dos adultos. A primeira é a que caracteriza a sonolência, quando a melatonina, uma substância que induz o relaxamento, é liberada no organismo, segundo explica Márcia. Nesse estágio, você percebe que o bebê fica com o olhar fixo e a pálpebra caída, mas não, necessariamente, fechada. É nesse momento que, em geral, os pais costumam ver o filho dormindo de olho aberto, o que é normal e indica que ainda não está em um sono pesado.

Por que alguns bebês sorriem enquanto dormem?

Depois da fase da sonolência, o bebê vai para um sono leve, em que normalmente se mexe muito e pode emitir algum som. Após esse período, chega a fase de sono profundo, em que a criança permanece parada. Depois, há uma fase mais profunda ainda, em que você pode até mexer no bebê sem que ele acorde. Ao final de todos essas estágios, há o REM (Rapid Eye Movement ou movimento rápido dos olhos) em que o bebê pode, sim, sorrir, chorar, ou fazer movimentos de sucção .

O REM é um período de atividade cerebral muito intensa, em que costumam ocorrer os sonhos. Ele é fundamental para o desenvolvimento neurológico. “Quando veem o filho sorrir durante o sono, muitos pais acreditam que esteja tendo um sonho bom”, conta a pediatra. “Mas isso só pode ocorrer após os 3 meses de vida, quando os bebês se tornam capazes de dar os sorrisos sociais, em sinal de satisfação. Até lá, os sorrisos são meros reflexos musculares”.

Por que, às vezes, o bebê acorda chorando e assustado?

Muitas vezes, a criança desperta durante a noite, abre o olho e fica quietinha. “Ela só começa a chorar quando está com fome e quer atenção dos pais. Mas, como os adultos só notam quando o bebê chora, pode parecer que ele acorda sempre dessa maneira”.

A pediatra relata também que, depois de um dia agitado, os bebês podem chorar mais vezes e mais intensamente durante a noite. “Todas as memórias acumuladas durante o dia vão repercutir à noite”, justifica a pediatra. Isso exige uma atividade cerebral intensa, podendo provocar choro e irritação.

 Fonte: http://migre.me/rFU5I

 Adaptado pela Profª Heloisa Bittencourt Eger

Leitura para bebês

 

O que é que pode ao mesmo tempo entreter o bebê, ajudá-lo a conquistar novas habilidades, tornar sua imaginação mais fértil, deixá-lo mais independente e, de quebra, criar rituais muito particulares e ricos com os pais? Se você pensou em um livro de histórias, acertou em cheio. Ler para bebês, mesmo antes de terem nascido, assim como apresentar livros para as crianças logo nos primeiros anos de vida, significa oferecer a eles uma cesta de benefícios embutidos em páginas coloridas, não importa se são de papel, plástico, tecido… “Ainda na barriga, o bebê pode ouvir histórias contadas pela mãe. Ele é um leitor ouvinte nessa fase, claro. Escutar a voz cadenciada da mãe é sempre um prazer para o bebê, que começa a ouvir ali pela 20ª semana da gestação”, diz a psicóloga e psicopedagoga Melissa Blanco. Segundo ela, é um princípio semelhante ao de oferecer música aos ouvidos do feto. “Claro que o bebê não vai entender a história, mas não é esse o ponto. O importante é aproveitar a oportunidade para criar um delicioso ritual entre a mãe e o bebê e ao mesmo tempo acostumá-lo com sua voz.”

Primeira infância

Diferentemente do que muitos pais acreditam, o livro oferece mais do que treino para a alfabetização. É uma atividade completa: ajuda a conhecer costumes, idiomas e a riqueza que o mundo oferece. Quanto mais cedo começar, mais curiosa e preparada para conviver com as diferenças será a criança. “A leitura na primeira infância deve ser entendida como uma das necessidades básicas, fundamentais a serem supridas mesmo antes do nascimento”.

Quando o bebê cresce, permitir que manuseie o livro é fundamental. “Nessa fase, ele aprende pelos sentidos, leva tudo à boca, precisar tocar, sentir para aprender. Os livros são ideais para ajudá-lo a diferenciar texturas, formas e cores. Há obras muito boas para essa fase”, orienta Melissa. A leitura é também perfeita para colaborar com rituais importantes na primeira infância, como o de dormir. A criança associa a leitura com um momento que é dela e da mãe ou do pai, e sabe que antes de dormir terá direito a esse momento e a uma historinha. “O conhecimento do mundo chega para as crianças da primeira infância por meio dos sentidos e do afeto. A leitura resolve suas duas necessidades”, destaca o pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein Oscar Tadashi Matsuoka.

Para Maria Letícia, a leitura sem dúvida cria cumplicidade com os adultos, mas ela acredita que os livros são tão importantes que sejam um fim em si mesmos. “Mais do que preparar para uma outra fase, a leitura cria expectativa, encantamento, provoca hipóteses sobre a história, cria mistério. Tornar-se leitor, mesmo sem saber ler, causa prazer”, diz ela. As publicações mais lúdicas, como livros de plástico para o banho, com brinquedinhos, que tenham sons e texturas, são as mais adequadas para o primeiro ano. “É uma fase em que a criança ainda não entende histórias, mas é o momento em que ela deve ser estimulada e incentivada com seus recursos: os sentidos”, afirma Melissa. A partir do segundo ano, a criança já pode receber informações mais definidas e sofisticadas: as cores, as formas, as texturas e seus nomes e palavras simples devem fazer parte de sua biblioteca. É quando ela começa a ensaiar as primeiras palavras e a decodificar o mundo.

Diversos formatos

Questões específicas que estão sendo trabalhadas pelos pais também podem ser reforçadas. Uma criança que vai ganhar um irmãozinho, por exemplo, costuma se beneficiar com livros em que o personagem também convive com a chegada de um segundo bebê. “Mas isso só vale para questões específicas que a criança esteja vivenciando. Se for algo abstrato, que não esteja no seu dia a dia, ela não vai entender”, alerta a psicopedagoga Melissa.

Montar uma biblioteca desde a primeira infância é um passo importante para a familiarização das crianças com os livros e para ajudar a incorporar a leitura ao seu cotidiano. O mercado oferece muitas opções e possibilidades, mas sempre é bom pensar em estilos, formatos e gêneros diversos. “Nada melhor do que crescer em contato com múltiplas manifestações artísticas e culturais. Para isso, os clássicos, dos mais antigos aos mais contemporâneos, nacionais e internacionais, são sempre um bom começo”, finaliza Dolores.

Primeiras páginas

Uma boa dica para formar a biblioteca é conhecer diferentes autores e suas obras. Como há excelentes escritores nacionais, vale a pena investigar e procurar em revistas e blogs especializados em literatura infantil. Navegar pelo site das editoras também ajuda a escolher.

Fonte: http://migre.me/dwkdS

 Adaptado pela Profª Heloisa Moser Bittencourt